OPINIÃO — “É POSSÍVEL EXISTIR OPOSITOR A RAQUEL EM CARUARU?”, por Remir Freire

 

 

Por Remir Freire, jornalista

A política é formada por campos opostos, situação e oposição. Sem esses dois lados, o próprio processo democrático se fragiliza. Não existe gestão ou governo imune a críticas, sempre há o que melhorar.

Mas quando um governo consegue apresentar entregas e ações históricas, a ponto de esvaziar a coerência de um discurso contrário, como fazer oposição?

Nesta semana, o presidente da Câmara de Vereadores de Caruaru, Bruno Lambreta, elevou o tom contra a oposição na Casa ao destacar avanços importantes para o Agreste, a partir das ações da gestão da governadora Raquel Lyra.

A fala me fez pensar: que bandeiras a oposição em Caruaru vai tentar levantar nesta eleição contra a gestão estadual?

Como disse antes, não existe gestão perfeita. Mas é fato que, em todas as regiões de Pernambuco, há avanços expressivos. E o Agreste, especialmente Caruaru, se destaca pela quantidade dessas entregas.
Obras e equipamentos como o Hospital da Mulher e o Complexo da Polícia Científica são exemplos relevantes. Somam-se a isso diversas ações na área social, como cozinhas comunitárias, na educação, com creches, na infraestrutura, como a BR-104, e na saúde, com a requalificação do HRA, entre outras. Diante disso, como construir uma crítica consistente?

E mais: será possível defender o grupo responsável pelo abandono de tantas obras no passado? Que narrativa a oposição em Caruaru vai tentar sustentar para justificar sua posição contrária à gestão de Raquel Lyra?

É inegável que, com a alta popularidade e o volume de entregas do Governo de Pernambuco na região, tende a sobrar espaço para narrativas frágeis, amarga inveja e críticas vazias.

Adianto: não vai colar.

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