Banner-Site-AGOSTO-LILAS-728x90px CAPITAL ESPORTES

Central de Caruaru: quando a paixão supera o resultado

central-35410150 CAPITAL ESPORTES

O domingo foi de arrepiar. O Gigante da Avenida, acostumado a grandes histórias, ficou pequeno diante da multidão que vestiu preto e branco e mostrou, mais uma vez, que o Central é muito maior do que qualquer placar. Mais de 12 mil torcedores se encontraram no mesmo sentimento: o amor pela Patativa.

Dentro de campo, o resultado não correspondeu à festa. O Maranhão veio preparado para se defender, fechou os espaços e quase não deu brechas. Nas poucas chances criadas, o goleiro Jean garantiu o empate. Mas, se a bola não entrou, ficou a certeza de que o Central jogou um campeonato digno, que devolveu ao torcedor algo ainda mais valioso: a esperança.

Depois de anos de descrença, a Patativa conseguiu unir a cidade novamente em torno de um sonho. Diferente do que se viu no Pernambucano, o time não apenas competiu fez o torcedor acreditar, vibrar e se orgulhar.

A classificação não veio, mas a campanha ficará na memória. Porque o Central, neste campeonato, mostrou que não é apenas um clube: é história, é resistência, é paixão que atravessa gerações.

Rokenedy se firma como protagonista no mata-mata da Série D

Mais uma vez, o nome da classificação do Santa Cruz atende por Rokenedy. O goleiro, que já vinha se destacando na competição, assumiu de vez o papel de herói nas oitavas de final diante do Altos. Depois do empate sem gols no tempo normal, brilhou nas penalidades: foram três defesas que colocaram o Tricolor nas quartas de final da Série D.

O interessante é que, mesmo sendo o centro das atenções, Rokenedy fez questão de dividir os méritos. Reconheceu o trabalho do grupo de goleiros, exaltou o preparador Medeiros e, sobretudo, valorizou a experiência de Felipe Alves. Não é todo dia que um jogador, no auge da glória, se lembra de agradecer quem divide o dia a dia nos treinos. Isso mostra maturidade e entendimento de que o futebol é coletivo até nos momentos mais individuais.

“Sou muito confiante nos pênaltis porque trabalho muito, mas também porque tenho o respaldo dos meus companheiros. A experiência de Felipe é fundamental, ele sempre me ajuda no estudo dos batedores e troca ideias que fazem diferença”, afirmou, com a serenidade de quem sabe que nada se conquista sozinho.

Com a vitória nos pênaltis, o Santa avança às quartas de final, justamente na fase em que tudo se decide: ou sobe, ou fica pelo caminho. Agora, o desafio é contra o América-RN, rival tradicional, com ida na Arena de Pernambuco e volta na Arena das Dunas.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Náutico vence e garante classificação antecipada à fase final da Série C

nauanalo CAPITAL ESPORTES

A atmosfera dos Aflitos, lotado e em sintonia com a boa fase da equipe, embalou o Náutico desde o início da partida. Do começo ao fim da primeira etapa, o Timbu não parou de buscar o gol.

Já são cinco vitórias consecutivas, nove jogos de invencibilidade e oito partidas sem sofrer gols números expressivos que levaram o Timbu à vice-liderança e à vaga antecipada na próxima fase. Com o resultado, o Náutico retomou a 2ª posição na tabela, com 32 pontos, e garantiu a classificação à fase final da terceira divisão restando ainda duas rodadas para o fim da primeira etapa.

O Anápolis, por sua vez, parou nos 19 pontos e segue na 16ª colocação, brigando contra o rebaixamento. Na próxima rodada, o Náutico encara o São Bernardo fora de casa, no sábado (23), enquanto o Anápolis visita o Londrina, no domingo (24).

Com VAR em ação, Central perde invencibilidade

Em partida disputada neste sábado, no estádio Castelão, em São Luís, o Maranhão abriu vantagem de dois gols ainda no primeiro tempo, com Clessione e Igor Nunes. O jogo ainda teve polêmica: Júlio Nascimento chegou a marcar para o Maranhão, mas o gol foi anulado pelo VAR por impedimento. No segundo tempo, o MAC tentou administrar a vantagem, enquanto o Central pressionava. Já nos minutos finais, a bola bateu na mão do zagueiro Fernando e o árbitro de vídeo chamou o juiz de campo para a revisão. Pênalti marcado, convertido com categoria por Jô Santos, diminuindo o placar para o clube pernambucano.

Com o resultado, a Patativa precisará vencer por dois gols de diferença, para avançar às quartas de final da Série D. Agora, o Central aposta na força da torcida no jogo da volta, no próximo domingo (24), no Lacerdão em Caruaru.

Contra time misto do São Paulo, Sport empata em casa

O Sport empatou em 2 a 2 com o São Paulo neste sábado (16), em jogo válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. No primeiro tempo, o Leão da Ilha foi superior e criou as melhores chances. Chegou a abrir 2 a 0 no placar, mas viu o Tricolor reagir: Lucas Moura diminuiu e, já nos acréscimos da etapa final, o lateral-direito Maik marcou o gol de empate, aos 46 minutos do segundo tempo.

Com o resultado, o Sport segue na lanterna da Série A, com apenas 10 pontos. O São Paulo, mesmo com equipe mista, manteve-se na 6ª colocação, agora com 29 pontos. Na próxima rodada, o Sport enfrenta o Palmeiras, em São Paulo, na segunda-feira (25).

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Pernambuco em Alta

central CAPITAL ESPORTES

O final de semana foi de emoção para quem respira futebol em Pernambuco. E, cá entre nós, não foi pouca coisa. O Central escreveu um capítulo inédito na sua história ao garantir a classificação para as oitavas de final da Série D de forma dramática. No Estádio Barretão, em Sergipe, a Patativa saiu atrás duas vezes, mas mostrou raça: Luiz Paulo empatou aos 32 do segundo tempo e, no apagar das luzes, Hítalo, aos 51, fez o gol que selou o 2 a 2.

Como havia vencido o primeiro jogo por 1 a 0 no Lacerdão, o empate serviu. Pela primeira vez, o clube caruaruense chega às oitavas de final da competição e mantém vivo o sonho do acesso à Série C. O próximo desafio será contra o Maranhão, em dois confrontos que prometem mexer com o coração do torcedor.

No sábado, foi a vez do Santa Cruz mostrar que gosta de drama. A Cobra Coral bateu o Sergipe por 2 a 1 na Arena de Pernambuco, gols de Mateus Henrique (contra) e Thiago Galhardo, mas o vacilo defensivo que permitiu o gol de Felipe Pará levasse a decisão para os pênaltis. E aí brilhou o goleiro coral, que defendeu uma cobrança nas alternadas e garantiu a vaga contra o Altos-PI. O time sergipano, por sua vez, se despediu da Série D.

Na Série C, o Náutico segue embalado. Sob o comando de Hélio dos Anjos, o Timbu venceu o Londrina por 2 a 0 e emendou a quarta vitória seguida, assumindo a vice-liderança. O feito tem ainda mais sabor ao quebrar um tabu incômodo: em 10 jogos, o Náutico jamais havia vencido o Tubarão fora de casa. Mais do que isso, ostenta a melhor defesa da competição, com apenas seis gols sofridos, e está a um passo de carimbar a vaga no quadrangular do acesso.

E para fechar, o Sport finalmente respirou. Depois de 141 dias, o Leão voltou a rugir, e logo contra o Grêmio, em plena Arena do adversário. Vitória magra por 1 a 0, mas com peso de goleada para um time que vinha de 19 jogos sem vencer. O último triunfo na Série A? Só voltando a dezembro de 2021 para encontrar. A chegada de Daniel Paulista deu novo ânimo ao elenco, e o resultado diante do Tricolor gaúcho pode ser o ponto de virada que o torcedor tanto espera.

No geral, Pernambuco viveu um momento raro: seus clubes, cada um em sua realidade, dão sinais de reação e alimentam a esperança de dias mais gloriosos. Se vai virar título ou acesso, só o tempo dirá. Mas, por enquanto, o torcedor pernambucano pode, com razão, estufar o peito e dizer: Pernambuco imortal, imortal!

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Imperatrizes da América

selecao-feminina-campea-1024x576 CAPITAL ESPORTES

Não foi só uma final. Foi um espetáculo de alma, suor, dor e superação. Neste sábado (2), o Brasil conquistou mais uma vez a Copa América Feminina, mas não foi qualquer conquista. Foi uma guerra, de coração, de histórias escritas com os pés e com o peito.

Foram 120 minutos de batalha e 5 cobranças de pênalti que provaram: as brasileiras não apenas jogam futebol, elas sentem, lutam, resistem. Venceram a Colômbia por 5 a 4 nos pênaltis, após um empate eletrizante por 4 a 4, e levantaram a taça pela nona vez em dez edições. Um império construído com talento e coragem. Um império onde reinam, soberanas, as imperatrizes da América.

O jogo começou difícil. A Colômbia veio com tudo, sem medo. Linda Caicedo, que parecia movida por algo maior, abriu o placar com a calma de quem desafia gigantes. O Brasil oscilava, errava, sentia o peso da decisão. Mas não caiu.

O empate só veio com um pênalti marcado pelo VAR e convertido por Angelina. Um respiro antes da tempestade. No segundo tempo, mais drama: Tarciane tentou recuar e fez contra. A Colômbia vibrava. Mas Amanda Gutierres apareceu com frieza e técnica, matando no peito e batendo cruzado: empate de novo.

Quando Mayra Ramírez marcou o terceiro gol colombiano, parecia que o título escaparia. Mas, aos 50 minutos do segundo tempo, a Rainha apareceu. Marta, de fora da área, acertou um petardo que atravessou o tempo. Era mais que um gol. Era história viva. Era o coração da Seleção batendo forte em um chute só.

Na prorrogação, Marta, de novo, colocou o Brasil à frente, mesmo sem querer. A bola bateu nela e entrou. Sorte de quem nunca desistiu. Mas a Colômbia, valente, empatou mais uma vez com Leicy Santos, em cobrança perfeita de falta.

E então vieram os pênaltis. E com eles, Lorena. Fria, firme, gigante. Defendeu duas cobranças, inclusive a de Leicy. Marta e Angelina haviam desperdiçado, mas a goleira não deixou o título escapar.

Foi no sofrimento. Foi épico. Foi brasileiro.

O grito de campeãs saiu rasgado da garganta de um país que, muitas vezes, ignorou suas jogadoras. Mas elas responderam com futebol, raça e entrega. Com Marta, que já é lenda. Com Lorena, que virou heroína. Com cada uma que vestiu a amarelinha e mostrou ao continente quem manda por aqui.

Imperatrizes Eneacampeãs

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Náutico embala na série C

download-19 CAPITAL ESPORTES

O Náutico confirmou o bom momento que vive na Série C ao vencer o Guarani por 1 a 0 neste sábado, em partida válida pela 14ª rodada. O resultado, construído com um belo gol de falta de Lucas Cardoso aos 47 minutos do primeiro tempo, não só ampliou a sequência invicta dos alvirrubros para sete jogos, como também consolidou a equipe dentro do G-8, zona que garante vaga na próxima fase.

Mais do que os três pontos, o que se vê é um time que começa a se firmar com identidade, organização e, principalmente, consistência. A campanha, que começou instável, agora ganha contornos de solidez, embalando a torcida e recolocando o Náutico entre os postulantes ao acesso algo que, semanas atrás, parecia distante.

Enquanto isso, o Guarani vive o oposto. A derrota amplia a série negativa para quatro jogos sem vencer e acende o alerta em Campinas, além da demissão do técnico Marcelo Fernandes. O Bugre, que iniciou a temporada com aspirações maiores, patina e começa a ver o G-8 se distanciar. O clássico contra a Ponte Preta, no próximo sábado (2), ganha contornos decisivos: ou será o ponto de virada ou o aprofundamento da crise.

Já o Náutico terá a chance de seguir crescendo em um duelo regional de peso. No próximo domingo (3), enfrenta o Retrô, às 19h, nos Aflitos, em mais uma oportunidade de mostrar que o embalo virou momento e que o momento pode virar campanha de acesso.

Virtual rebaixado

Em uma noite que parecia ser de redenção, o Sport mostrou mais uma vez que dificilmente escapará do que já soa como inevitável. Em pleno gramado da Ilha do Retiro, o Leão abriu 2 a 0, viu o adversário com um jogador a menos desde o primeiro tempo e, mesmo assim, cedeu o empate ao Santos, que deixou a zona de rebaixamento com o 2 a 2.

O jogo começou com um presente: logo aos três minutos, Gabriel Brazão entregou a bola nos pés de Derik Lacerda, que não perdoou. Com a vantagem no placar e diante de um Santos desorganizado, o Sport assumiu o controle da partida. Ainda na etapa inicial, Rincón foi expulso por falta dura justamente em Derik, deixando o cenário ainda mais favorável aos rubro-negros. Mas, apesar do domínio e de chances como a finalização perigosa de Barletta, o Sport voltou a pecar no velho problema: não matar o jogo quando pode.

Na volta do intervalo, o Sport até chegou a balançar as redes com Ramírez, mas o gol foi anulado por impedimento. Aos 24 minutos, Matheusinho fez boa jogada pela esquerda e encontrou Lucas Lima, que contou com desvio da zaga para ampliar. A vitória parecia encaminhada. Parecia.

Com um homem a mais e dois gols de vantagem, a equipe inexplicavelmente recuou, perdeu intensidade e deu espaço a um Santos ainda limitado, mas valente. Gabriel Bontempo diminuiu aos 33 minutos e, já nos minutos finais, João Basso completamente livre acertou um chute forte para empatar. Um castigo merecido para um Sport que relaxou, falhou na marcação e jogou fora dois pontos preciosos em casa. O VAR ainda revisou o lance, mas o gol foi corretamente validado.

O empate tem gosto amargo, quase de derrota. Para um time que ainda sonha em permanecer na Série A, resultados como esse custam caro. Não basta abrir o placar cedo, ter a bola ou jogar com vantagem numérica é preciso ter postura de time grande, saber administrar o jogo e manter o foco até o fim. E isso, mais uma vez, faltou ao Sport.

Enquanto o Santos terá oito dias para se preparar para enfrentar o Juventude, o Sport segue acumulando recordes negativos e afundado numa sequência sem vitórias. A torcida, já descrente, vê o rebaixamento se desenhar a cada rodada. E, pelo que o time mostra em campo, o pesadelo está longe de acabar.

Santa Cruz e sua SAF: acerto financeiro antes do jogo decisivo

O Santa Cruz anunciou nesta sexta-feira (25) que irá regularizar os pagamentos pendentes do elenco profissional incluindo salários, direitos de imagem e moradia até a próxima segunda-feira (28). De acordo com o clube, os valores já foram depositados em conta, e a quitação será realizada nos próximos dias.

O comunicado chega em um momento crucial da temporada. A diretoria acredita que o acerto financeiro dará tranquilidade ao grupo antes da partida decisiva deste domingo (27), contra o Treze, na Arena de Pernambuco. O confronto marca o encerramento da primeira fase da Série D do Campeonato Brasileiro e pode definir o futuro do Tricolor na competição.

Atualmente na terceira colocação do grupo, com 24 pontos, o Santa Cruz precisa vencer para tentar assumir a liderança ou, no mínimo, garantir a segunda posição à frente de Central (25) ou América-RN (também com 24), levando vantagem nos critérios de desempate. A vitória garantiria ao Tricolor uma condição melhor no mata-mata, etapa em que a margem de erro é mínima.

A expectativa agora é que, com os bastidores resolvidos, o foco esteja totalmente dentro de campo onde o Santa Cruz precisa mostrar força para seguir firme na briga pelo acesso.

Central busca organização também fora de campo

A diretoria do Central Sport Club se reuniu com a Procuradoria-Geral do Município de Caruaru para tratar de pendências antigas e buscar soluções para demandas históricas do clube. A iniciativa contou com a articulação do secretário de Articulação Política, Anderson Luiz, e foi celebrada nas redes sociais tanto do clube quanto pelo procurador-geral do município, Dimitre Bezerra.

Dentro de campo, o momento também é positivo. Já garantido no mata-mata da Série D 2025, o Central encerra sua participação na fase de grupos neste domingo (27), fora de casa, diante do Ferroviário-CE, no Estádio Presidente Vargas. A Patativa lidera o grupo A3 com 25 pontos, enquanto o time cearense ocupa a quinta colocação, com 17, e encara a partida como um confronto de vida ou morte na luta por uma vaga.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Até Quando Vamos Fingir que Está Tudo Bem no Futebol Brasileiro?

torcida-sport-elenco-aspect-ratio-512-320 CAPITAL ESPORTES

As condutas criminosas que chocam quando ocorrem fora do universo esportivo continuam sendo crimes quando praticadas por torcedores. A diferença é que, nos estádios e nos centros de treinamento, muitas vezes esses atos são relativizados, como se a paixão pelo clube servisse de atenuante. A lei existe para ser cumprida e para punir quem a descumpre.

Passar a mão na cabeça, relevar comportamentos violentos ou tentar encontrar justificativas para o injustificável é compactuar com a barbárie. Esse tipo de conivência não ajuda a tornar o futebol um ambiente mais saudável pelo contrário. Cada vez que isso acontece, presta-se um desserviço ao esporte.

O absurdo se repete no Brasil com frequência estarrecedora — e não escolhe cor de camisa. Centros de treinamentos invadidos por torcedores uniformizados, patrimônio destruído, jogadores ameaçados e constrangidos, clima de medo instalado.

E por que isso acontece? Por dois motivos: impunidade e cultura.

Quem comete esses crimes raramente sofre qualquer punição efetiva. O torcedor uniformizado precisa ser tratado como qualquer cidadão: se comete um crime, deve ser responsabilizado. Mas a responsabilização real, no Brasil, quase nunca vem.

Além disso, a histórica relação promíscua entre clubes e torcidas organizadas alimenta esse ciclo de violência. Ingressos em troca de favores, apoio político comprado, dirigentes que temem ou se submetem a líderes dessas torcidas. Existe uma dependência tóxica, mantida por conveniência, covardia ou oportunismo.

A relação pode e deve existir. Mas precisa mudar. Precisa ser transparente, responsável, profissional. E isso passa por uma revolução na gestão dos clubes brasileiros, que ainda operam como feudos em vez de instituições sérias.

Na última quarta-feira, o CT do Sport foi palco de mais um episódio lamentável. Torcedores organizados invadiram as instalações do clube, ameaçaram e agrediram jogadores o atacante Pablo, por exemplo, foi vítima direta. O caso ganhou repercussão nacional e teve consequências práticas: dois jogadores que estavam em negociações avançadas com o Rubro-negro desistiram de assinar.

Em nota, a diretoria do Sport admitiu que sabia da presença dos torcedores no local, mas alegou que eles entraram sem autorização, coagindo atletas e comissão técnica. Ora, saber e não agir é o quê, senão cumplicidade?

A CBF finge que não vê. Os clubes silenciam. A imprensa, muitas vezes, trata com superficialidade. E seguimos empurrando o problema para debaixo do tapete, como se não estivéssemos indo direto para o abismo.

Até quando?

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

De professores a alunos

1.png CAPITAL ESPORTES

O futebol europeu parece ter encontrado um outro compasso. No Mundial de Clubes, três dos quatro semifinalistas Real Madrid, PSG e Chelsea vieram da Europa. O Fluminense, bravo sobrevivente sul-americano, encarou gigantes formados por elencos globais e investimentos que beiram o ilimitado.

Com cofres recheados e estrutura de ponta, os clubes europeus se tornaram centros de excelência. Reúnem talentos de todas as línguas e bandeiras, montam verdadeiras seleções e transformam seus times em máquinas. Técnica, força e organização andam lado a lado e o resultado está em campo.

Nesse cenário, a façanha da Argentina em 2022 ganha ainda mais valor. A seleção campeã do Catar, liderada por Messi dentro de campo e por Scaloni fora dele, deixou pelo caminho quatro seleções europeias: Polônia, Holanda, Croácia e França. Vencer a elite com um time latino, unido e competitivo, foi um feito raro na atual era do futebol.

Enquanto isso, o Brasil vive um paradoxo. Exporta talento em escala industrial, mas não consegue fazer sua Seleção funcionar com a mesma eficiência dos clubes europeus. Nossos jogadores brilham fora, mas os holofotes apagam quando vestem amarelo. Falta sintonia, padrão e, talvez, comando.

A chegada de Carlo Ancelotti pode ser um divisor de águas. Ícone do futebol europeu, o técnico italiano assume a missão de resgatar o prestígio da Seleção. Um sinal claro de que, hoje, o Brasil mais aprende do que ensina. Já não somos os professores somos os alunos.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Central Em Grande Momento

whatsapp-image-2021-06-14-at-13.24.49 CAPITAL ESPORTES

O mês de junho sempre teve um significado especial para os caruaruenses e pernambucanos. É tempo de festa, de reencontros, de tradição e de uma energia única que toma conta da cidade. Mas neste ano, além do brilho das bandeirinhas e do forró que ecoa por todos os cantos, uma nova e empolgante notícia entrou no calendário afetivo do povo: o renascimento do Central Sport Club.

Enquanto os dados oficiais mostram que o São João de Caruaru bateu recordes movimentando a economia local, gerando empregos diretos e indiretos, e firmando-se mais uma vez como o maior e melhor do mundo, o time da cidade também decidiu brilhar no mesmo compasso. A Patativa vive sua melhor campanha na história da Série D do Campeonato Brasileiro.

Na última rodada, o Central deu um verdadeiro presente ao seu torcedor ao vencer o Santa Cruz, em pleno Arruda, tirando o Tricolor da liderança geral da competição. Um feito que sacudiu a cidade e colocou o nome do clube novamente em destaque no cenário nacional.

Hoje, o clima em Caruaru é de empolgação e expectativa. O duelo contra o Santa Cruz do Rio Grande do Norte, às 16h no Lacerdão, pode garantir a classificação antecipada com duas rodadas um feito raro e digno do momento mágico que vive o clube. Se vencer, o Central poderá se preparar com tranquilidade para a fase decisiva do campeonato.

Assim como o São João aquece os corações e movimenta a cidade com esperança e orgulho, o Central reacende uma paixão que nunca deixou de existir, mas que há tempos pedia um novo capítulo. E parece que esse capítulo começou a ser escrito.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Primeiras impressões da Copa do Mundo de Clubes: o que já podemos dizer?

RYgKLZo5-Botafogo- CAPITAL ESPORTES

A Copa do Mundo de Clubes começou, e as primeiras rodadas já deixaram claro que o torneio, apesar das críticas que sempre carrega, ainda tem o poder de unir estilos, culturas e paixões do futebol em um único palco. O que se vê em campo até agora é um reflexo do que já se previa: a distância técnica entre as potências europeias e o restante dos clubes continua evidente, mas isso não tira o brilho das histórias que surgem a cada jogo.

Os clubes sul-americanos seguem lutando para equilibrar o confronto, trazendo a garra e a tradição das suas camisas, mas sentem na pele a diferença de investimento e estrutura. Já os representantes de outras regiões mostram que o futebol está, sim, se globalizando: vemos mais organização tática, atletas bem preparados e, principalmente, o desejo de surpreender.

Outro ponto que chama atenção são os estádios cheios e a atmosfera de festa. É bonito ver como o público abraça o torneio, independentemente da crítica de parte da mídia ou de quem prefere priorizar competições regionais.

Ainda é cedo para conclusões definitivas, mas a Copa do Mundo de Clubes deste ano reforça o debate: até que ponto vale o atual formato? O que poderia ser feito para tornar o torneio mais competitivo e atraente? Por enquanto, o que temos é o charme do encontro entre mundos diferentes e isso, por si só, já vale o espetáculo.

SÉRIE D

Central segue firme e embala sequência positiva na Série D

O Central alcançou neste domingo (15) seu quarto jogo de invencibilidade no Grupo 3 do Campeonato Brasileiro da Série D. A Patativa visitou o Horizonte-CE no estádio Domingão e voltou para casa com um empate em 1×1 que, apesar do gosto amargo pela vitória que escapou, garante ao time pernambucano mais uma rodada na vice-liderança, atrás apenas do Santa Cruz. Com 9 partidas disputadas, o Central soma 17 pontos e reforça sua condição de candidato ao topo da chave.

O jogo foi movimentado no segundo tempo. A Patativa abriu o placar aos 25 minutos com Ruan, aproveitando rápido toque após cobrança de falta e finalizando com categoria. O problema é que o time relaxou e viu o Horizonte-CE buscar o empate pouco depois, aos 34. Faltou mais atenção e controle da partida após sair na frente lição importante para os próximos desafios.

O fato é que o Central vive sua melhor fase na competição: nos últimos quatro jogos, foram três vitórias e um empate, mostrando consistência e crescimento no momento certo. Agora, vem aí o grande teste: o duelo de líderes contra o Santa Cruz, no Arruda, no próximo dia 29 de junho. Jogo grande, que promete ser um divisor de águas para as pretensões da Patativa no campeonato.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Central vence mais uma vez o Treze dentro de campo e Caruaru goleia no São João

e3c716c60a997aed627aa53f4bfeb850-1 CAPITAL ESPORTES

O Central venceu o Treze duas vezes seguidas em menos de dez dias. Primeiro fora de casa, aplicando uma vitória por 3 a 0 em Campina Grande, e agora no Lacerdão, demonstrando grande eficiência no campeonato. São 16 pontos em oito jogos, com um aproveitamento de 66%, o que garante, até aqui, o segundo lugar no grupo A3 atrás apenas do Santa Cruz.

Com a vitória por 1 a 0 sobre o Treze-PB, o time de Caruaru não apenas emendou a terceira vitória consecutiva na Série D, como também igualou sua melhor campanha da história na competição nacional. E o que torna tudo isso ainda mais simbólico? O mês de junho. E em Caruaru, junho não é apenas tempo de festa é afirmação de identidade, de cultura e, claro, de superioridade regional.

Outro “placar” do fim de semana, embora fora das quatro linhas, também teve Caruaru como vencedora. No sábado, a capital do forró registrou um público recorde de mais de 100 mil pessoas no Pátio do Forró. Enquanto isso, Campina Grande, mesmo com toda sua tradição, ficou para trás no embalo, no calor humano e, agora, também no futebol.

A vitória do Central é técnica, mas também simbólica. Quando a Patativa vence o Treze duas vezes seguidas, durante o mês mais caruaruense do ano, o paralelo é inevitável: em junho, quem manda no interior do Nordeste é Caruaru seja no campo, ou
coração do povo forrozeiro.

Primeira derrota

O Santa Cruz sofreu sua primeira derrota na Série D do Campeonato Brasileiro de 2025. Atuando fora de casa, a Cobra Coral acabou superada de virada pelo Ferroviário, neste domingo (8), no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza. O placar final foi de 3 a 1 para o time cearense.

O Santa até saiu na frente, com gol de Thiago Galhardo, mas o Ferroviário reagiu com autoridade. Ciel, duas vezes, e João Neto garantiram a virada do Ferrão, que segue vivo na briga por uma vaga no G-4 do grupo A3.

Apesar do revés, o Tricolor do Arruda segue na liderança do grupo, com 19 pontos três a mais que o Central, que venceu o Treze-PB em Caruaru, também neste domingo.

Com o resultado, o Ferroviário chegou aos 12 pontos e assumiu a quarta colocação, dentro da zona de classificação.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Em pleno Amigão, Central vence, convence e faz a festa

Camisas-do-Central-de-Caruaru-2021-Pratic-Sport-2 CAPITAL ESPORTES

Em clima de São João e com direito a muito mais do que fogueira e bandeirolas o Central não tomou conhecimento do Treze e aplicou um sonoro 3 a 0 na tarde do último sábado (31), no Estádio Amigão, em Campina Grande, pela 7ª rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Galo da Borborema amarga sua quinta derrota na competição e segue fora do tão desejado G-4 do Grupo A3.

O nome do jogo? Jô Santos. O atacante, velho conhecido da torcida paraibana, fez questão de deixar sua marca duas vezes, pra não restar dúvida. Um dos gols foi de pênalti, e ainda teve provocação pra arquibancada, pra deixar o clima junino ainda mais animado… ou azedo, dependendo do lado da festa.

O Central mostrou desde os primeiros acordes que quem dava o tom no Amigão era ele. Logo aos 4 minutos, Jô subiu livre na área e, de cabeça, abriu o placar. Depois, aos 33, sofreu um pênalti, bateu com categoria e ampliou. O golpe final veio no segundo tempo, aos 27 minutos: Jeffinho achou Zé Arthur na medida, e ele só teve o trabalho de empurrar pro gol, carimbando o placar e decretando a vitória alvinegra.

O resultado levou o Central direto para a 3ª colocação, agora com 13 pontos, dentro do G-4 e firme na briga pela classificação. Enquanto isso, o Treze, que parecia pronto para embalar, segue patinando, estacionado em 5º lugar, com 9 pontos e fora da zona que leva à próxima fase.

Se no São João a rixa é pra saber quem faz a melhor festa, no futebol, pelo menos neste sábado, quem acendeu a fogueira, soltou o rojão e comandou o arrasta-pé foi o Central. E dentro da casa do rival. A volta já tem data marcada, desta vez no próximo domingo (8) na Capital do forró.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px-1 CAPITAL ESPORTES

Momento Crítico: Sport Joga Pela Sobrevivência na Ilha

FOTOS-SPORT_20250503_101901_0000-1024x569-1 CAPITAL ESPORTES

O Sport vive dias tensos no Campeonato Brasileiro. Sem saber o que é vitória nas primeiras nove rodadas e segurando a amarga lanterna da competição, o Leão encara uma sequência que pode ser decisiva para definir os rumos do time antes da pausa para o Mundial de Clubes. Pela frente, dois confrontos que soam quase como “finais antecipadas”: Internacional, neste domingo, e Mirassol na sequência. E a urgência pela primeira vitória já não cabe mais só no discurso precisa se transformar em realidade dentro de campo.

O duelo contra o Internacional acontece na Ilha do Retiro, e o Sport aposta tudo no fator casa e no empurrão da torcida para, enfim, desencantar no Brasileirão. Pelo menos uma boa notícia: o centroavante Pablo está de volta, recuperado de um desconforto muscular. Um reforço que pode ser crucial para um time que, até aqui, somou apenas dois pontos em nove jogos, desempenho que preocupa qualquer rubro-negro. Para se ter ideia, o primeiro time fora da zona de rebaixamento, o Vitória, já tem nove pontos, ou seja, sete a mais que o Leão.

Após encarar o Mirassol, no próximo dia 1º de junho, o Sport só volta a campo no final de semana de 12 ou 13 de julho, contra o Juventude data ainda a ser confirmada. Ou seja, ou o time reage agora, ou passará mais de um mês convivendo com a pressão e a sombra do rebaixamento. O Internacional também tem suas preocupações embora bem menos dramáticas que as do Leão. O técnico Roger Machado resolveu preservar ao menos cinco titulares, de olho no confronto decisivo da Libertadores contra o Bahia na próxima semana.

Estão fora da viagem nomes de peso como Vitão, Fernando, Bruno Henrique, Alan Patrick e Wesley, na prática, o Inter vem enfraquecido? Sim. Isso ajuda o Sport? Deveria. Mas fica o alerta: até aqui, o Sport não conseguiu se impor nem contra times completos, nem contra desfalcados. Portanto, a resposta precisa vir de dentro de um time que, se quiser seguir respirando no campeonato, precisa começar sua reação já, na Ilha, diante da sua torcida.

Náutico Vacila nos Aflitos e Se Complica na Série C

O Náutico desperdiçou mais uma grande oportunidade de reagir na Série C. Jogando nos Aflitos, na noite deste sábado (24), o Timbu estreou seu novo uniforme, mas quem desfilou foi a Ponte Preta, que venceu por 1 a 0, em partida válida pela sétima rodada da competição.

O roteiro foi daqueles que o torcedor não quer mais ver: jogo em casa, adversário com um a menos desde o primeiro tempo e, mesmo assim, derrota amarga. A Ponte perdeu Léo Oliveira, expulso ainda na primeira etapa, e viu o goleiro Muriel também levar cartão vermelho no início do segundo tempo. Mesmo com essa vantagem numérica por boa parte do jogo, o Náutico foi incapaz de transformar posse em perigo real.

A famosa “falta de efetividade” virou sina. O time alvirrubro até tentou, mas esbarrou na própria limitação técnica, na pouca criatividade e, mais uma vez, na dificuldade em ser agressivo no setor ofensivo. Como castigo, Everton Brito apareceu aos 41 minutos do segundo tempo e, numa das poucas chances claras da Ponte, mandou para a rede e selou a vitória paulista.

Pra piorar o cenário, além da derrota, o Náutico também teve que lidar com problemas físicos. Bruno Mezenga saiu machucado, dando lugar a Leonardo, e Arnaldo também sentiu a coxa, deixando o time com dois jogadores a menos, já que Hélio dos Anjos não tinha mais substituições.

O resultado acende de vez o sinal de alerta. O Timbu permanece fora do G-8, ocupando a 10ª colocação, com apenas oito pontos, e ainda pode perder mais posições até o fim da rodada. Do outro lado, a Ponte Preta segue soberana na liderança, com 16 pontos, e vai se consolidando como favorita à vaga direta.

O Náutico agora junta os cacos e se prepara para o próximo desafio: encara o ABC, fora de casa, no próximo sábado (31), às 17h, em Natal. A missão é clara: ou reage, ou o sonho do acesso começa a virar pesadelo.

Santa Cruz tem baixa importante, mas segue focado para manter a liderança na Série D

Pela sexta rodada da Série D. Além de não contar com o volante Israel, que cumpre suspensão, o técnico agora também perde o atacante Thiago Galhardo, que sentiu um desconforto muscular e, por precaução, será poupado pela comissão técnica.

A ausência de Galhardo é, sem dúvida, um baque, especialmente para um setor ofensivo que começava a ganhar mais entrosamento. A missão de comandar o ataque coral ficará nas mãos de Pedro Henrique, atacante de 27 anos que, até aqui, fez apenas uma partida na temporada — justamente na vitória contra o Central, no último fim de semana. É aquele típico cenário de “oportunidade de ouro” para quem quer provar que merece mais minutos.

Mesmo com os desfalques, a expectativa é de que o Santa siga mantendo a pegada que o colocou na ponta do Grupo A3, onde lidera com autoridade: 13 pontos e invicto na competição. Do outro lado, o Sousa-PB, que não vive bom momento, amarga a sexta colocação com apenas quatro pontos, e joga em casa pressionado por uma necessidade urgente de reação.

O jogo acontece no hoje (25), às 16h30, no Marizão, e, apesar das ausências, o Santa tem totais condições de buscar mais três pontos e seguir soberano no grupo. Para isso, precisará repetir a solidez defensiva e, principalmente, encontrar soluções no ataque, mesmo sem seu principal nome na referência ofensiva.

Central tenta recuperação para continuar sonhando na série D.

Depois da derrota contra o Santa Cruz, o Central sabe que não há mais espaço para vacilos na Série D. Neste domingo, a Patativa tem uma ótima chance de se recuperar e retomar o caminho das vitórias: enfrenta o Horizonte, adversário que vem sendo, até aqui, um dos piores desempenhos do grupo.

O time cearense carrega uma marca nada animadora: tem o pior aproveitamento anual entre os clubes do Grupo A3. E mais não sabe o que é vencer fora de casa desde janeiro, o que acende o sinal verde para o Central acreditar que, dentro dos seus domínios, pode (e deve) se impor.

Por outro lado, o Horizonte também vê no duelo uma oportunidade de ouro para, enfim, engrenar na competição. Mesmo pressionado, o time cearense quer aproveitar qualquer brecha para se aproximar da zona de classificação para o mata-mata.

Mas a verdade é que, se quiser realmente brigar pela vaga, o Central precisa fazer valer sua tradição, colocar a bola no chão e assumir o protagonismo da partida. O torcedor espera uma resposta rápida e nada melhor do que reagir justamente contra quem vem mal na temporada.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px-1 CAPITAL ESPORTES

Com autoridade, Náutico atropela o Ypiranga-RS fora de casa e encosta no G-8 da Série C

TIMBA CAPITAL ESPORTES

Jogando no sempre desafiador Colosso da Lagoa, o Náutico mostrou maturidade e eficiência para aplicar uma goleada por 4 a 0 sobre o Ypiranga-RS neste sábado (17). O resultado coloca o Timbu na 9ª colocação, com oito pontos, coladinho no tão sonhado G-8.

Vindo de vitória contra o Confiança, o time pernambucano entrou em campo com serenidade e pareceu consciente de que o jogo seria decidido nos detalhes. O início foi morno, com poucas emoções, mas o Náutico soube aproveitar uma de suas melhores armas: a bola parada. Aos 13 minutos, Marquinhos cobrou escanteio com precisão, Kelvin desviou de cabeça, e o volante Marco Antônio com passagem pelo próprio Ypiranga apareceu como centroavante para empurrar para as redes e abrir o placar. Um gol com cara de Série C: brigado, bem trabalhado e com sabor de vingança esportiva.

A partir daí, o Timbu tomou conta do jogo. Mostrou mais intensidade, confiança e um apetite ofensivo que há tempos não se via com tanta clareza. O placar elástico foi a consequência natural de uma equipe que soube se impor fora de casa coisa rara e valiosa numa competição tão equilibrada como a Terceirona.

Agora, o Náutico vira a chave. O desafio de terça-feira (20) é bem mais encorpado: o São Paulo, pela terceira fase da Copa do Brasil, nos Aflitos. Já na Série C, o próximo duelo é no sábado (24), também em casa, contra a tradicional Ponte Preta jogo que promete ser um teste de fogo para medir a consistência dessa boa fase alvirrubra.

Enquanto isso, o Ypiranga-RS tentará se reencontrar diante de sua torcida no próximo domingo (25), quando recebe o Tombense pela 7ª rodada.

Sport segue sem vitória

Mais uma rodada, outra derrota. O Sport perdeu por 2 a 0 para o Ceará no estádio Castelão neste sábado (17) pela 9ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Foi o sétimo revés do Leão na competição. Com apenas dois pontos, o rubro-negro segue na lanterna e como único time que ainda não venceu no torneio. Com o resultado, o Rubro-negro faz a sua pior campanha na história da competição e ainda continua segurando a lanterna na tabela, com apenas 2 pontos em 9 rodadas.

Central e Santa

No Lacerdão, Central tenta espantar fantasma contra o Santa Cruz e manter boa fase na Série D

Neste domingo, o clima é de festa em Caruaru. Enquanto a cidade celebra seus 168 anos de história, a bola vai rolar no Lacerdão às 16h, com Central e Santa Cruz protagonizando um clássico nordestino pela quinta rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. Um duelo que promete mexer com o orgulho das torcidas e agitar ainda mais o aniversário da Capital do Forró.

Vivendo um início animador na competição, a Patativa tem motivos para sonhar alto. Com uma campanha sólida, esse é o segundo melhor desempenho do clube em todas as suas participações na quarta divisão m. No entanto, nem tudo são flores: o Central carrega um incômodo tabu diante do Tricolor do Arruda. A última vitória sobre o Santa Cruz foi em 2011, um jejum que já dura mais de uma década e que insiste em assombrar o torcedor alvinegro.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px-1 CAPITAL ESPORTES

Central reencontra o bom futebol e dá esperança ao torcedor

CENTRAL-1024x763 CAPITAL ESPORTES

Depois de uma atuação irregular no último domingo, o Central finalmente engrena no brasileiro e a dar orgulho à sua torcida. Na tarde deste sábado (10), jogando longe de casa, no Estádio Nazarenão, em Goianinha (RN), a Patativa mostrou personalidade, bateu o Santa Cruz-RN por 2 a 0 e deu um passo importante na Série D do Campeonato Brasileiro.

Mais do que os três pontos que colocam o time com 7 e firme na zona de classificação do Grupo 3, o que empolgou foi a postura em campo. A equipe mostrou solidez defensiva, aplicação tática e eficiência no ataque. Se mantiver esse espírito, o Central pode, sim, sonhar mais alto.
Ainda há muito campeonato pela frente, mas o sinal de alerta que piscava nos bastidores começa a dar lugar à esperança. E, convenhamos, o torcedor merecia essa alegria.

Novo técnico, velho desafio: António Oliveira chega ao Sport para apagar incêndio na Série A

Com a confiança típica dos técnicos portugueses e o discurso firme de quem sabe o tamanho do desafio que tem pela frente, António Oliveira foi apresentado oficialmente como novo treinador do Sport na tarde deste sábado (10). E não terá tempo para se ambientar: neste domingo, já estreia contra o Cruzeiro, às 16h, na Ilha do Retiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

A missão, convenhamos, é ingrata. O Sport vive um momento delicado é o lanterna da Série A e, pior, ainda não venceu uma partida sequer nesta edição do campeonato. Um cenário preocupante para um clube tradicional, que vê o fantasma do rebaixamento rondando cedo demais.

Apesar disso, António chega com um discurso otimista e a promessa de resgatar o espírito competitivo da equipe. Fala em trabalho, em reorganização tática e em devolver ao torcedor rubro-negro a esperança de dias melhores. Palavras bonitas, sim mas que só ganharão peso com bola na rede e pontos na tabela.

A torcida, calejada, quer mais do que boas intenções. Quer reação. E a Ilha do Retiro, palco da estreia do novo comandante, será o termômetro da esperança ou da impaciência.

Enfim, a primeira alegria: Náutico vence nos Aflitos e respira na Série C

Demorou, mas veio. O Náutico finalmente conquistou sua primeira vitória na Série C do Campeonato Brasileiro, e o torcedor pôde, enfim, soltar um grito preso na garganta. Jogando nos Aflitos, o Timbu bateu o Confiança por 2 a 0 neste sábado (10), pela quinta rodada da competição, em uma atuação que, embora longe da perfeição, mostrou evolução e, principalmente, eficiência.

No primeiro tempo, o Náutico foi mais intenso e aproveitou bem as chances criadas. Marco Antônio e Thalissinho marcaram os gols da vitória, ambos após boas assistências de Arnaldo, que foi um dos destaques da partida. O Confiança até tentou reagir na etapa final, mas pecou nas finalizações.

O resultado afasta o Timbu momentaneamente da zona de rebaixamento agora em 12º lugar, com cinco pontos e dá um respiro num início de campanha marcado por tropeços e desconfiança. Já o Dragão, com a terceira derrota consecutiva, afunda ainda mais, estacionado nos três pontos e dentro do Z-4.

Claro! Aqui está uma versão mais opinativa do texto, com tom de análise e destaque individual para blog:

Thiago Galhardo em lua de mel

Em uma Série D tão equilibrada, onde os jogos muitas vezes são decididos no detalhe, ter um jogador acima da média é um verdadeiro luxo e o Santa Cruz tem esse trunfo. Thiago Galhardo não só confirmou o que dele se esperava, como mostrou, diante do América-RN, que pode ser o nome da campanha coral.

No confronto direto pela liderança do grupo, o camisa 9 decidiu. Marcou dois gols, comandou as ações ofensivas e foi mais do que um finalizador: Galhardo jogou como referência técnica e emocional, chamando a responsabilidade nos momentos chave e sendo o termômetro da equipe. Mostrou leitura de jogo, competitividade e, acima de tudo, personalidade.

Diante de mais de 26 mil apaixonados no Arruda, o Santa Cruz fez valer a força da camisa e da arquibancada. Com uma atuação segura e determinada, mais do que vencer, o Santa mostrou personalidade.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

A QUEDA PREVISTA

53970358867-385794d34f-c-1 CAPITAL ESPORTES

Pepa não é mais o comandante do Sport. A diretoria do clube decidiu encerrar, neste sábado (3), a passagem do técnico português, após mais uma atuação decepcionante: a derrota por 2 a 1 para o Fluminense, no Maracanã, pela sétima rodada da Série A do Brasileirão, foi a gota d’água.

A confirmação da saída veio pelo presidente Yuri Romão, que deixou claro que a decisão foi tomada com base na necessidade urgente de mudanças. A torcida do leão da Ilha, já vinha pressionando a diretoria e a demissão veio com certa naturalidade.

O Fluminense que abriu a temporada de trocas de técnicos na Série A do Brasileirão com a queda de Mano Menezes logo na primeira rodada. Mas o que ninguém esperava é que o Tricolor fosse o vilão dos técnicos. Das seis demissões já confirmadas no campeonato, três aconteceram logo depois de derrotas para o Flu. A mais recente foi a de Pepa, além de Ramon Diaz ex-Corinthians e Pedro Caixinha ex-Santos.

Central em busca da consolidação

Ainda invicto no Campeonato Brasileiro, o Central entra em campo buscando a segunda vitória em casa e a consolidação no G4 do Grupo C. A expectativa é das melhores,
tanto por parte da torcida da Patativa quanto dos próprios jogadores, que sabem da importância desse momento.

O Central enfrenta hoje (4), o América-RN no Lacerdão, às 16h e uma vitória neste duelo pode colocar o time lado a lado com o Santa Cruz na liderança, o que seria um sinal claro de que o Central está pronto para brigar na parte de cima da tabela. Com bom desempenho até aqui, o time tem tudo para transformar a empolgação em pontos e se firmar como um dos candidatos fortes da chave.

Náutico em busca da reação

O Náutico recebe o Brusque nos Aflitos em um jogo que já tem cara de decisão. Com apenas um ponto somado em três rodadas, o Timbu precisa desesperadamente da vitória para não afundar ainda mais na tabela da Série C. Apesar da boa atuação diante do São Paulo na Copa do Brasil, mesmo com a derrota, o sinal de alerta está mais do que ligado nos bastidores alvirrubros.

Se não vencer hoje, o clube começa a olhar para a competição com uma certa preocupação. Afinal, o time já ocupa a incômoda zona de rebaixamento e qualquer tropeço pode tornar a briga pela parte de cima ainda mais distante.

Fora de campo, uma notícia que traz algum alívio para o coração do torcedor: o ídolo Kuki, eterno camisa 11 e símbolo do clube, deixou a UTI após sofrer um AVC. A equipe do Blog Capital deseja a ele uma recuperação plena e rápida.

santajoana_728x90 CAPITAL ESPORTES

QUEM COM FERRO FERE, SERÁ FERIDO

Sport-x-Fortaleza-2-aspect-ratio-512-320-1024x576 CAPITAL ESPORTES

O Sport segue sua sina de jejum no Campeonato Brasileiro. Neste sábado (26), na Ilha do Retiro, a equipe pernambucana empatou sem gols com o Fortaleza, pela sexta rodada, e viu a maior novidade da noite vir da arbitragem: um erro a seu favor.

O Leão do Pici saiu de campo indignado. Aos 29 minutos do segundo tempo, Yago Pikachu acertou um forte chute que explodiu no travessão, bateu no chão e, em seguida, foi afastado pela defesa rubro-negra. A impressão geral foi de que a bola ultrapassou a linha. O árbitro Marcelo Delgado Candançan mandou seguir o jogo, mas o VAR entrou em ação. Apesar da revisão, o gol não foi confirmado, gerando revolta no time cearense.

Em campo, o Sport apresentou, especialmente no primeiro tempo, um bom volume de jogo, algo que já tinha mostrado em partidas anteriores. No entanto, os velhos problemas voltaram a aparecer: falta de criatividade na reta final das jogadas e imprecisão nas finalizações.

O empate, que poderia ser motivo de celebração diante de um adversário forte, acabou deixando no ar um gosto amargo, para os dois lados. No futebol, como na vida, já diz o ditado popular, quem fere com ferro… acaba ferido do mesmo jeito.

Central confiante em duelo contra o Sousa

Após uma vitória convincente sobre o Ferroviário na estreia do Campeonato Brasileiro, o Central entra em campo embalado para encarar o Sousa, na Paraíba. A Patativa busca manter o bom momento, mesmo sabendo que o retrospecto diante de equipes paraibanas não é dos mais favoráveis.

A boa atuação no Lacerdão renovou o ânimo do elenco e da torcida, que agora sonham com uma campanha consistente. Apesar do desafio histórico de jogar fora de casa contra times da Paraíba, o Central aposta na organização tática e no embalo da estreia para surpreender o Sousa e seguir somando pontos importantes.

santajoana_728x90 CAPITAL ESPORTES

Com arbitragem polêmica e sem vitórias

Imagem-do-WhatsApp-de-2025-04-12-as-23.32.04_76f68dba CAPITAL ESPORTES

Com nova polêmica da arbitragem, o Sport segue sem vitórias na Série A do Campeonato Brasileiro. Há incontáveis variáveis que influenciam o desfecho de uma partida de futebol. No entanto, na derrota por 3 a 1 para o Vasco, no último sábado, em São Januário, o Sport voltou a exibir velhos padrões, alguns positivos, outros nem tanto.

Mais uma vez, o rubro-negro mostrou ser uma equipe minimamente organizada e competitiva, sobretudo no primeiro terço de jogo. Nesse trecho inicial, aliás, foi superior ao adversário. O Vasco, mesmo jogando em casa e com o apoio da torcida, mal conseguia criar lances de real perigo. Após o apito final, o atacante Barletta foi sincero ao reconhecer que não basta jogar bem, é preciso transformar desempenho em pontos. A declaração reflete uma verdade incômoda: o Sport até mostra competitividade, mas ainda não é efetivo.

O próximo desafio já tem data e local: quarta-feira, na Ilha do Retiro, contra o Red Bull Bragantino. Mais uma chance de provar que é possível unir performance e resultado. Caso contrário, ficará praticamente insustentável a continuidade do técnico Pepa no comando da equipe.

Outro ponto que continua com regularidade é a má arbitragem em jogos do Sport, a polêmica do segundo gol do Vasco, na vitória por 3 a 1 sobre o Sport, segue rendendo discussão. A CBF divulgou neste domingo o áudio e as imagens da análise do VAR no lance em que Vegetti disputa com Lucas Cunha antes de balançar as redes.

Os jogadores do Sport reclamaram de falta no zagueiro rubro-negro, mas o árbitro Wilton Pereira Sampaio manteve a decisão de campo e validou o gol, mesmo após rever o lance com o auxílio do vídeo.

Para o comentarista de arbitragem PC Oliveira, do SporTV, houve infração de Vegetti, e o VAR falhou ao não apresentar ao árbitro o melhor ângulo da jogada.

Central e ASA em boa preparação

Em ritmo de preparação para a Série D do Brasileirão, o Central mostrou sua força diante da torcida ao vencer o ASA por 2 a 0, na última quarta-feira (9), no Lacerdão. Com boa presença de público, a Patativa teve atuação segura e abriu o placar com um belo gol de falta de Augusto Potiguar, ainda no primeiro tempo. Na etapa final, o domínio continuou e Ruan, de pênalti, fechou o placar.

O desempenho animador, no entanto, não teve sequência. Com o adiamento da estreia na Série D para o próximo fim de semana, as equipes voltaram a se enfrentar neste sábado (12), desta vez, em Arapiraca. E o ASA deu o troco: venceu por 2 a 0, com gols de Keliton e Sousa Tibiri.

O saldo dos dois amistosos é positivo para o Central, que teve chance de testar o elenco em cenários distintos, empurrado pela torcida em casa e pressionado fora de seus domínios. O que fica claro é que o time ainda precisa de ajustes, mas há sinais promissores. Agora, é virar a chave e focar no que realmente importa: a largada na Série D.

Com reforço de peso, Náutico estreia na Série C

Itabaiana e Náutico abrem, neste domingo, às 16h, a caminhada na Série C do Campeonato Brasileiro. O confronto marca o retorno do clube sergipano à competição após longos 20 anos de ausência. Já o Náutico, por outro lado, carrega um peso incômodo: disputa a terceira Série C consecutiva, o que representa o pior jejum do clube fora das duas principais divisões.

Com lições do passado recente, o Timbu manteve boa parte da base de 2024 e buscou reforços pontuais ao longo da pré-temporada. Chegaram nomes de peso como o goleiro Muriel, o atacante Vinícius e, mais recentemente, Kelvin, ex-Porto-POR. Todos com passagens por divisões superiores e que podem elevar o nível do time. É hora de virar a chave e encarar a Série C com a seriedade que ela exige. O Náutico não pode mais se dar ao luxo de errar.

santajoana_728x90 CAPITAL ESPORTES

Tricampeão Pernambucano

WhatsApp-Image-2025-04-06-at-13.51.46-1-1024x682 CAPITAL ESPORTES

“Pênalti é uma coisa tão importante, que quem devia bater é o presidente do clube”, já dizia o folclórico filósofo da bola, Neném Prancha. E o destino tratou de colocar essa máxima à prova. Coube justamente a Diego Guerra filho do presidente do Retrô, Laércio Guerra a responsabilidade de cobrar a penalidade que poderia manter viva a esperança do time de Camaragibe. Mas Caíque França defendeu, e o Sport Club do Recife garantiu, nos pênaltis, o seu 45º título pernambucano.

O Leão havia saído na frente com uma vitória por 3 a 2 no jogo de ida, mas viu o Retrô reagir e vencer por 2 a 1 na Ilha do Retiro, levando a decisão para as penalidades. Com frieza, o Rubro-negro converteu todas as suas quatro cobranças. Já o Retrô falhou com Lucas Grafite, que acertou o travessão, antes de Diego Guerra parar nas mãos do goleiro leonino.

Apesar da conquista, o Sport não empolgou. Com um orçamento muito superior aos rivais e sendo o único representante da Série A no estado, o time cumpriu sua obrigação, mas ficou devendo em desempenho e brilho ao longo da campanha.

Sport e Palmeiras

Sport e Palmeiras se enfrentam neste domingo pela Série A, mas chegam ao duelo mais cercados de questionamentos do que de convicções. Cada um dentro da sua realidade, mas ambos com desafios evidentes nesse começo de ano. O Palmeiras, por exemplo, consolidou-se nos últimos anos como uma equipe que entra em qualquer torneio com status de favorito. A consistência do modelo de jogo, construído e lapidado sob o comando de Abel Ferreira, virou referência.

Ainda assim, em 2025, o time tem oscilado mais do que o habitual, e as atuações recentes não têm empolgado como de costume. Do outro lado, Pepa também promoveu diversas alterações na formação titular do Sport, o técnico rubro-negro priorizou a preservação física do elenco, e optando por um revezamento entre os jogadores. No entanto, fez poucas experiências táticas.

Abriu mão de explorar diferentes maneiras de fazer o Sport. Vem de um empate contra o São Paulo, no Morumbis, onde teve alguns bons momentos, torcedor do Sport promete um show a parte hoje na Ilha do Retiro.

Náutico x Central

Em jogo treino realizado neste sábado (5), na Arena Pernambuco, Náutico e Central ficaram no empate por 0 a 0. A partida serviu como preparação para as estreias das equipes no Campeonato Brasileiro e foi marcada por diversas alterações táticas e técnicas ao longo dos dois tempos, em busca do melhor encaixe para o início das competições nacionais.

O Timbu se prepara para a estreia na Série C, marcada para o dia 13 de abril, fora de casa, contra o Itabaiana, no estádio Etelvino Mendonça. Já o Central, que passou por uma reformulação no elenco com 12 contratações, estreia na Série D na mesma data, enfrentando o Ferroviário no Lacerdão.

Santa Cruz x ABC

O Santa Cruz não teve um bom desempenho em seu último amistoso antes da estreia na Série D do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, no estádio do Arruda, o Tricolor acabou derrotado pelo ABC por 1 a 0, em uma partida que expôs mais falhas do que acertos desafio imediato para o técnico Marcelo Cabo, que fazia sua primeira partida no comando da equipe.

O futebol abaixo do esperado gerou reações negativas da torcida coral, que compareceu em bom número (5.135 presentes). Nos minutos finais, as vaias já ecoavam nas arquibancadas e, ao término do jogo, os protestos se intensificaram com gritos de insatisfação e até objetos arremessados em campo, como garrafas de água.

Agora, o Tricolor espera pela data e horário do jogo contra o Treze serem definidos, no próximo final de semana, na estreia pela Série D.

santajoana_728x90 CAPITAL ESPORTES

sem técnico e sem muitas perspectivas

243bed78-8709-4650-bfff-6aa247725593 CAPITAL ESPORTES

A goleada sofrida para a Argentina, na última terça-feira, foi o estopim para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidir realizar mudanças na comissão técnica da seleção. A entidade anunciou, nesta sexta-feira, em pronunciamento do presidente Ednaldo Pereira, a demissão de Dorival Júnior, que assumiu o cargo em janeiro do ano passado e estreou no comando da seleção contra a Inglaterra, no dia 23 de março de 2024.

A demissão já era cogitada antes da vexatória derrota para os campeões mundiais, que teve grandes semelhanças com a histórica derrota de 7 a 1 para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014.

Os auxiliares Lucas Silvestre, filho do treinador, e Pedro Sotero, além do preparador físico Celso Rezende, também deixaram seus cargos na seleção brasileira. A CBF optou por manter Rodrigo Caetano, diretor de seleções, o coordenador técnico Juan e o gerente técnico de seleções, Cícero Souza, que seguem em suas funções. Isso demonstra, de forma clara, a falta de planejamento e critérios da confederação.

Ao todo, Dorival Júnior comandou a seleção brasileira em 16 partidas, com sete vitórias, sete empates e duas derrotas. O técnico deixou o Brasil na quarta colocação das eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, com 21 pontos conquistados — 10 a menos que a líder Argentina — e foi eliminado nas quartas de final da Copa América de 2024. Um fator negativo no trabalho de Dorival foi a falta de um esquema coletivo, pois a seleção não teve um padrão de jogo consolidado, muito menos uma escalação base, o que resultou em diversas falhas de entrosamento e encaixe nos jogos.

Apesar da preferência inicial por Carlo Ancelotti, do Real Madrid, a espera até o fim do Mundial de Clubes fez a CBF considerar a necessidade de um treinador que pudesse assumir imediatamente. Nesse contexto, Jorge Jesus se mostrou disponível, sinalizando que poderia até pagar sua própria multa rescisória para deixar o clube saudita antes do meio do ano. A crise evidencia, mais uma vez, a falta de rumo da entidade que comanda o futebol brasileiro, o que pode resultar na contratação de um técnico estrangeiro pela primeira vez, caso estes aceitem comandar a seleção pentacampeã, em uma inversão clara do que seria o natural se tratando da seleção com maior número de títulos mundiais.

Demissão na primeira rodada do Brasileirão

Mano Menezes não é mais o técnico do Fluminense. O treinador foi demitido na madrugada deste domingo, após a derrota de 2 a 0 para o Fortaleza, no sábado, no Castelão, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O auxiliar técnico permanente, Marcão, assume a equipe de forma interina e comandará o time na partida contra o Once Caldas, na próxima terça-feira, pela Sul-Americana.

Sport conquista ponto em São Paulo

São Paulo e Sport empataram na estreia do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, as duas equipes ficaram no 0 a 0 no Morumbi, em um jogo em que os donos da casa dominaram, mas os visitantes também ameaçaram o gol tricolor. A melhor oportunidade do jogo saiu dos pés de Calleri, logo aos 2 minutos, quando ele perdeu uma cobrança de pênalti.

Nos acréscimos do segundo tempo, Igor Cariús sofreu uma bolada na cabeça e precisou de atendimento médico no campo por cerca de cinco minutos antes de ser substituído. Ele deixou o campo de ambulância, mas, felizmente, já estava consciente e respondendo aos questionamentos dos médicos. Após ser observado no pronto atendimento do próprio Morumbi, Igor Cariús foi liberado.

Santa Cruz perde amistoso para o ASA-AL

O ASA venceu o Santa Cruz por 2 a 0 em um amistoso realizado neste sábado, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. O time alagoano abriu o placar no primeiro tempo com Júnior Viçosa e fez o segundo na etapa final com Otávio. As duas equipes seguem fazendo ajustes em seus elencos para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro e estão em processo de contratações.

Náutico goleia sub-20 em jogo-treino visando estreia na Série C

Em preparação para a estreia na Série C, marcada para o dia 13 de abril, fora de casa, contra o Itabaiana, o Náutico venceu a equipe sub-20 do clube por 6 a 0 em um jogo-treino realizado na última quarta-feira, nos Aflitos.

santajoana_728x90 CAPITAL ESPORTES

EM VANTAGEM

e4a4b55f-2d6f-4a10-9c47-0322679d91ae-1024x682 CAPITAL ESPORTES
Foto: Rafael Vieira/AGIF

Em um segundo tempo eletrizante, o Sport venceu o Retrô por 3 a 2 na tarde deste sábado, na primeira partida da final do Campeonato Pernambucano. Na Arena de Pernambuco, os rubro-negros abriram o placar, com um gol contra, de Richard Franco e ampliaram a vantagem com Lucas Lima, de pênalti.

No entanto, a Fênix reagiu na etapa final e, em apenas sete minutos, chegou ao empate. Fernandinho marcou um gol e deu assistência para Radsley deixar tudo igual.

Mas a estrela do centroavante Pablo brilhou no momento decisivo. Mesmo caído, ele aproveitou a falha da defesa do Retrô e do goleiro Fabian Volpi para garantir a vitória do Sport. Apesar do triunfo, o técnico Pepa não poupou críticas ao desempenho do time na segunda etapa. “Foi um segundo tempo para esquecer. Não tivemos energia dentro de campo. Conseguimos o resultado, mas não o desempenho. Que sirva de alerta”, afirmou o treinador.

Com o resultado, o Leão da Ilha leva vantagem para o segundo jogo da final, que ainda não tem data definida para acontecer.

Amadorismo da FPF

Mais uma vez, a falta de organização da Federação Pernambucana de Futebol (FPF) ficou evidente. A segunda partida da final do Campeonato Pernambucano ainda não tem data confirmada. Inicialmente, o duelo decisivo estava marcado para a próxima quarta-feira (26). No entanto, devido ao compromisso do Sport pela Copa do Nordeste, a partida precisará ser reagendada.

O problema se agrava, porque o jogo não pode ocorrer no fim de semana seguinte, já que o Sport enfrentará o São Paulo no Morumbi, no sábado (29), pela primeira rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. Com isso, a decisão do título estadual pode ser remarcada para os primeiros dias de abril, na Ilha do Retiro.

Essa indefinição expõe a falta de planejamento da entidade, levantando questionamentos sobre o calendário do campeonato e o número de datas disponíveis antes da fase final. Enquanto isso, outros estaduais já foram concluídos, como o Catarinense, que teve o Avaí como campeão nessw sábado, ou terão sua decisão no meio da semana, logo após a Data FIFA, como o Campeonato Paulista.

Eliminatórias da Copa do Mundo

Após uma vitória suada sobre a Colômbia, a Seleção Brasileira encara a Argentina em Buenos Aires, em um confronto que pode garantir a classificação dos “Hermanos” para a Copa do Mundo de 2026. Precisando apenas de um empate, os atuais campeões do mundo chegam embalados por uma grande vitória sobre o Uruguai, em Montevidéu.

Mesmo sem contar com Lionel Messi, a Argentina entra em campo em clima de festa para o chamado Superclássico das Américas, buscando carimbar de vez sua vaga para o Mundial dos Estados Unidos, México e Canadá. O Brasil, por sua vez, terá uma prova de fogo em um dos duelos mais aguardados das Eliminatórias.

santajoana_728x90 CAPITAL ESPORTES

QUEM RIU POR ÚLTIMO

d0f53d82-755f-4dcc-ba4a-7ae2e5fc7671-1024x682 CAPITAL ESPORTES
Foto: Rafael Vieira/AGIF

O Sport confirmou sua superioridade diante do Santa Cruz ao vencê-lo mais uma vez na semifinal do Campeonato Pernambucano. Desta vez, jogando no estádio do Arruda, o Leão conquistou a vitória por 1×0, com gol de Fabricio Domínguez, diante de mais de 30 mil torcedores tricolores.

Com menos de um minuto de jogo, Carlos Alberto, do Sport, deu sinais claros do que seria o segundo jogo da semifinal, um time de série A contra um time em construção para a série D. Lucas Lima, principal jogador de armação do time, desfilou em campo no primeiro tempo, ditando o ritmo de jogo, sem nenhuma preocupação.

Já o tricolor, afobado, tentava ligação direta e teve um dos piores tempos de todo o seu campeonato, saiu barato o 0x0 que poderia ter terminado claramente em uma goleada do time da Ilha do Retiro.

No início do segundo tempo, o treinador do Santa Cruz promoveu as entradas de Thiago Galhardo e Rodrigues, buscando dar mais intensidade à equipe na tentativa de igualar o placar. Apesar da postura mais ofensiva do Tricolor, foi o Sport quem conseguiu balançar as redes após muita pressão. O técnico Pepa colocou Gustavo Maia e Fabrício Domínguez em campo, e a dupla teve papel decisivo na construção do gol, o placar magro, não correspondeu ao domínio completo do time rubro-negro em todo o jogo.

Pepa, antes criticado pelos rodízios que vinha fazendo na equipe, deu uma entrevista em tom de desabafo, dizendo que seu time não tinha condições de repetir escalação, mas que o time cresce no momento certo e o que importa é como se chega ao final e não o começo do trabalho. Agora, o Sport espera a outra semifinal entre Maguary x Retrô e segue como franco favorito ao 45º título pernambucano.

Maguary x Retrô

O Azulão entra em campo na Ilha do Retiro contra o Retrô, às 16h, com a missão de vencer por pelo menos dois gols de diferença para garantir a classificação direta, sem a necessidade de disputa por pênaltis. O Retrô saiu vitorioso contra o Maguary no último domingo, na Arena de Pernambuco, ao vencer por 2 a 1 no jogo de ida da semifinal do Campeonato Pernambucano. Júnior Fialho e Gustavo Salomão marcaram os gols da Fênix, enquanto Erick Cunha descontou para o Maguary. Com esse triunfo, o Retrô conquistou a vantagem e precisa apenas de um empate no confronto de volta para assegurar sua vaga na final.

Central

Leandro Sena foi anunciado como novo técnico do Central. Aos 48 anos o treinador possui experiência em clubes como Treze-PB, Sergipe e ASA-AL. Em 2022, esteve à frente do América-RN na conquista inédita da Série D. Agora, assume o desafio de comandar o Central, que busca se reerguer após o rebaixamento no Campeonato Pernambucano, com a missão de repetir o sucesso alcançado anteriormente.

Sivaldo Oliveira, presidente do clube, concedeu uma entrevista à Rádio Cultura do Nordeste na última semana e, ao ser questionado sobre os motivos que levaram ao rebaixamento do Central, não poupou críticas ao desempenho dos jogadores. Segundo o dirigente, a equipe não demonstrou a atitude necessária nos momentos decisivos da competição.

“Os jogadores, na hora de corresponder, de ter aquela palavra, não tiveram. Foram uns cabras frouxos.”

Atlético-MG é campeão mineiro e entra para o grupo dos clubes com 50 títulos estaduais

O Atlético-MG é o grande campeão do Campeonato Mineiro de 2025. A vitória América-MG por 1 a 0, neste sábado, no Mineirão, não foi suficiente para tirar a taça do Galo, que goleou o Coelho por 4 a 0 no jogo de ida, na última semana.

Com o título conquistado neste sábado, o Atlético-MG é hexacampeão mineiro pela segunda vez na sua história. A primeira aconteceu entre 1978 e 1983. Agora, são seis títulos seguidos desde 2020. O Atlético-MG também passou a fazer parte de um seleto grupo de clubes com 50 ou mais títulos estaduais no Brasil. O Galo é o quarto clube a atingir esta marca.

* ABC (Rio Grande do Norte) – 57 títulos
* Bahia (Bahia) – 50 títulos
* Paysandu (Pará) – 50 títulos
* Atlético (Minas Gerais) – 50 títulos

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

A QUEDA ANUNCIADA

7a32eb61-487a-49c8-981a-840d273776e2 CAPITAL ESPORTES
Foto: Marlon Costa / AGIF

A história do Central Sport Club sempre foi marcada por altos e baixos, mas o quarto rebaixamento estadual sofrido, na tarde de ontem, parece ser o ponto culminante de ciclos de infortúnios e más escolhas. O rebaixamento para Série A2 do Campeonato Pernambucano, o segundo em apenas quatro anos, veio com ares de tragédia anunciada.

A última rodada da primeira fase, que aconteceu no Estádio Lacerdão, foi um reflexo de tudo o que o Central passou ao longo do campeonato. O estádio vazio anunciava um silêncio de incertezas para um clube tão maltratado, um prenúncio de uma tragédia esportiva já esperada, mas que ainda, assim, machucava profundamente aqueles que ainda acreditavam na salvação.

A vitória sobre o Retrô por 3 a 1, por mais que fosse importante, não foi o suficiente para reverter um quadro que já parecia irreversível. Os olhares da torcida para o jogo entre Afogados e Jaguar, na esperança de que o time do Sertão pudesse, ao menos, empatar ou vencer para dar uma luz ao futuro da Patativa na elite, não foram o bastante e o resultado foi cruel.

O Jaguar acabou derrotando o Afogados por 1 a 0, no Arruda, confirmando o rebaixamento do Central de forma melancólica. A queda estava consumada, e mais uma vez, o clube terá que enfrentar a dura realidade da segundona.

O mais doloroso, porém, não foi apenas o rebaixamento em si, mas os elementos que o antecederam e o tornaram quase uma inevitabilidade. O Central viveu um Pernambucano marcado por erros de gestão e uma formação de elenco que não condizia com as necessidades de um time. O planejamento falho e as decisões equivocadas, desde a escolha do treinador até a montagem do elenco, transformaram o campeonato em um calvário para o torcedor alvinegro.

Foram três técnicos, além de vários desligamentos e contratações de jogadores em meio à disputa. Quando se olhava para a tabela, para o desempenho da equipe e até mesmo para as escolhas dentro de campo, a sensação era de que a queda era algo que se arrastava com o tempo. O time, sem uma identidade clara, sucumbiu ao peso de suas limitações, precisando de oito rodadas para um atacante marcar um gol. O time de Caruaru sempre precisou de mais.

Resta ao Central a disputa do Campeonato Brasileiro Série D, a torcida, sempre fiel e sofrida, ainda guarda a esperança de dias melhores. Mas para isso, o clube precisa entender a gravidade da queda e focar no futuro com mais responsabilidade e planejamento, se preparando para enfrentar os desafios nacionais e dar uma resposta à altura de sua história. 

Mesmo caminho

Afogados e Petrolina seguiram o mesmo caminho da Patativa e terão de disputar a Série A2 em 2026. Já rebaixados, desde a rodada passada, ambas as equipes sertanejas fecharam as suas respectivas participações na elite do futebol pernambucano com derrotas para Jaguar e Sport. As equipes sertanejas perderam pelos placares de 1 a 0 e 3 a 1.

Náutico decepciona

ba7ee571-8b34-4257-a527-b438c3ac1299-300x169 CAPITAL ESPORTES

Foto: Michael Silva/Decisão Sertânia FC (Náutico Decepciona)

Embalado por duas vitórias importantes, o Náutico acabou sendo surpreendido no Sertão e perdeu para o Decisão por 1 a 0, na última rodada da primeira fase do Estadual. Com o resultado, o Timbu, agora, terá de enfrentar o Retrô, pela quarta e em pleno Carnaval, nos Aflitos. O confronto será com os portões fechados.

Maguary nas Semis

ffa15ab0-a28d-4cc9-914b-8f6f6a6d7710-300x203 CAPITAL ESPORTES

Foto: Rafael Vieira / FPF (Maguari nas Semis)

Pela primeira vez desde a sua fundação, o Maguary vai disputar as semifinais do Campeonato Pernambucano. A equipe de Bonito empatou com o Santa Cruz por 0 a 0, na Arena de Pernambuco, e agora aguardará de camarote o duelo entre Náutico e Retrô para saber quem irá pegar na penúltima etapa até o troféu inédito. Outro que vai folgar na tabela é o Santa, que terminou a primeira etapa, em primeiro lugar somando 20 pontos.

Sport x Decisão

Também pelas quartas-de-final e durante a Folia de Momo, o Sport recebe o o Decisão, na Ilha do Retiro, de portões fechados. O Leão terminou na quarta posição com 15 pontos já o Bode do Sertão alcançou a inédita quinta colocação com 13 pontos.

Banner-Site-BLOG-CAPITAL-728x90px CAPITAL ESPORTES

Central: de aposta ao estado crítico

3c5dd4ad-7e71-4745-b42f-6ad74d7a36ce-1024x682 CAPITAL ESPORTES

Olá, amigos leitores do Blog Capital!

É com grande entusiasmo que nos encontraremos todos os domingos para discutir o esporte, abordando temas tanto regionais, nacionais e internacionais.

Sou Mateus Carvalho, 30 anos, natural de Garanhuns–PE e apaixonado por futebol, mas com uma conexão especial com a cidade que me adotou, a Princesa do Agreste. A minha carreira começou no curso de Publicidade e Propaganda, visando compreender todos os aspectos sociais e comerciais que envolvem a nossa sociedade. Além disso, sou pós-graduado em Comunicação Empresarial e Mídias Digitais, e possuo um MBA em Marketing, Estratégia e Gestão pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Também sou criador de conteúdo audiovisual para redes sociais, buscando sempre inovar e aproximar as pessoas nas formas de comunicar e compartilhar informações.

Minha missão como colunista é contribuir para debates enriquecedores, promovendo crítica construtiva e publicidade dos assuntos de interesse público. Acredito na importância de fazer isso de forma democrática, visando construir uma sociedade mais consciente e engajada. Encontro vocês em nossas colunas! Forte abraço e uma ótima leitura. 


Central: de aposta ao estado crítico


O Central Sport Club vive uma verdadeira crise dentro e fora de campo. Após mais uma derrota dolorosa por 2 a 1 contra o Decisão, pela sexta rodada do Estadual, a situação do time é cada vez mais preocupante. Após ter confirmado sua participação na Série D do Campeonato Brasileiro, a expectativa para a construção de um elenco qualificado e que brigasse por grandes coisas no pernambucano já ficou no passado.

O experiente zagueiro Leandro Amaro, que teve um desempenho fatal com gol contra e falha crucial diante da equipe sertaneja, simboliza o sofrimento da equipe alvinegra. Logo na terça-feira, após o jogo no dia 10, foi demitido junto a Celso Teixeira, segundo técnico desligado em apenas sete jogos disputados, escancarando a falta de planejamento do clube. Cada erro parece mais uma complicação em um paciente já à beira do colapso. 

O último jogo foi paralisado por mais de 10 minutos devido à falta de ambulância, refletindo o caos dentro e fora de campo, fazendo com que a torcida vivesse momentos agonizantes dentro do Lacerdão, protestando contra dirigentes enquanto o jogo acontecia e tornando a recuperação do time, uma missão cada vez mais difícil.

Como se o cenário já não fosse desolador o suficiente, surgiram também denúncias graves envolvendo possíveis apostas esportivas que indicariam a derrota do time. A diretoria do Central, preocupada com as implicações, entregou à Polícia Federal fotos e capturas de tela de apostas suspeitas que sugiram que o time foi alvo de manipulação. A investigação segue em aberto, enquanto o clube reafirma seu compromisso com a ética e promete tomar medidas severas contra qualquer envolvimento de seus jogadores em irregularidades.

E se o carnaval é sinônimo de alegria, desta vez, propiciará o frio mórbido de um último jogo sem torcida. O presidente da Federação Pernambucana de Futebol confirmou em entrevista que, devido às prévias de carnaval em Caruaru, o jogo contra o Retrô não contará com a presença da torcida.

Já o seu próximo adversário, o Santa Cruz, vive uma verdadeira lua de mel como há muito não se era visto. Além de um bom desempenho no Campeonato Pernambuco, trouxe a cereja do bolo que faltava para o seu elenco, Thiago Galhardo, que chegou literalmente nos braços da torcida e uma vasta bagagem como passagens por Ceará, Internacional, Vasco, Celta de Vigo e Albirex Niigata, do Japão.

O Central segue agonizando, lutando pela recuperação e para os apaixonados pela Patativa resta apenas apostar contra um diagnóstico que parece irreversível: a má gestão.

últimas notícias

LEVA-1080x1350px-819x1024 CAPITAL ESPORTES