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Marco Regulatório Digital no Brasil e suas consequências

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Foto: Google

Olá, leitor e leitora do Blog Capital!

Na coluna desta semana, vamos entender o que é o Marco Regulatório Digital no Brasil, ou seja, as leis que organizam o uso da internet, utilização dos dados pessoais, inteligência artificial e plataformas digitais e como isso impacta em nosso cotidiano.

Mas Afinal, o que é o Marco Civil da Internet?? Ele foi criado para estabelecer direitos e deveres para o uso da internet no país. De forma prática, é como se fosse a “Constituição da Internet”, pois garante neutralidade da rede (ninguém pode bloquear ou favorecer conteúdo), liberdade de expressão, proteção à privacidade e responsabilidade dos provedores, que só respondem por conteúdo de terceiros com ordem judicial.

Você pode se perguntar: “Mas como isso pode me afetar?” Este marco garante que, mesmo em Caruaru, tenhamos acesso justo à internet sem discriminação. Também possibilita rastrear fraudes digitais com base nos registros gerados pelos provedores de internet.

Para isso é que também existe a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) que veio complementar o Marco Civil. Ela define como nossos dados pessoais podem ser coletados e usados tanto por empresas como em nosso ambiente de trabalho, e essa Lei exige consentimento claro, e dá ao cidadão direitos sobre a utilização de seus dados.

Temos também a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), que fiscaliza o cumprimento dessas regras e pode aplicar sanções como multas pesadas que podem chegar a R$ 50 milhões por infração.

O que motiva a existência de todas essas leis é a regulação de plataformas e Fake News. Atualmente, o país avalia projetos como o PL das Fake News (PL 2.630/2020), que tenta responsabilizar plataformas no combate à desinformação e exige transparência nos conteúdos impulsionados.

Por outro lado, o Marco Civil da Internet reduz a responsabilidade das plataformas elas só atuam quando há ordem judicial. Isso facilita a circulação de conteúdos falsos ou prejudicial. E esse tipo de conteúdo ganha mais força com uso de ferramentes de Inteligência Artificial (IA) e para isso o há um projeto de Lei que propõe regras para o uso de Inteligência Artificial no Brasil, criando um sistema nacional de regulação, com classificação de risco (alto, baixo, etc.).

Em resumo prático, todas essas legislações de proteção oferecem acesso igualitário à rede; liberdade de expressão; responsabilidade limitada das plataformas; LGPD e ANPD controla seus dados pessoais; empresas são responsabilizadas; a PL das Fake News garante a transparência dos conteúdos online e combate à desinformação e finalmente a 
PL de IA (2338/2023) Busca regular a adoção segura da inteligência artificial.

O Brasil tem um marco legal robusto para digitalizar o país com responsabilidade e aqui em Caruaru, isso significa mais segurança, transparência e respeito aos seus direitos como cidadão digital. Mas ainda há um caminho a percorrer, principalmente para que essas leis protejam sem frear o desenvolvimento e a inovação.

Até semana que vem!

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Adultização infantil: o perigo real e silencioso da internet sem supervisão

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Foto: Google

Olá, leitores e leitoras do Blog Capital!

O assunto para minha coluna essa semana, não tinha como ser diferente. Vamos falar sobre um assunto sério, que precisa da nossa atenção como pais, responsáveis e cidadãos: a adultização infantil e o perigo que ela representa quando associada ao uso da internet sem supervisão.

É do conhecimento de alguns, o caso exposto pelo Youtuber “Felca” em um dos seus vídeos postados essa semana, abordando o real perigo do uso da internet por parte de crianças sem supervisão. De fato a internet abriu portas incríveis para o conhecimento e a comunicação, mas também escancarou janelas perigosas para o mundo das crianças. Vídeos, fotos, músicas e conteúdos que não são adequados para a idade circulam livremente. Pior: muitas vezes, eles chegam aos nossos filhos sem que eles tenham procurado por isso. Algoritmos e redes sociais empurram tendências que estimulam comportamentos adultos, sexualizados ou violentos — conteúdos que não só roubam a infância, mas também expõem as crianças a riscos gravíssimos.

Um dos maiores problemas é que essa adultização não acontece apenas na forma de roupas, danças ou linguagem. Ela é um sinal de que crianças estão sendo colocadas em um espaço digital onde predadores virtuais também estão presentes. A rede de pedofilia, infelizmente, é real, organizada e sabe se disfarçar. Muitos desses criminosos usam perfis falsos, linguagem amigável e truques psicológicos para ganhar a confiança de menores e quando não há supervisão, o perigo aumenta exponencialmente.

Outro ponto crítico é o acesso livre a celulares, tablets e computadores sem controle dos pais ou responsáveis. Aplicativos de mensagens, jogos online e redes sociais podem ser portas abertas para abordagens indevidas. Mesmo que a criança não procure esse tipo de contato, muitas vezes ela é encontrada. É preciso lembrar: crianças não têm maturidade para identificar manipulação, chantagem ou propostas criminosas.

A responsabilidade não é só das famílias, mas também de escolas, autoridades e plataformas digitais precisam trabalhar juntas para criar ambientes mais seguros. Mas enquanto isso não acontece de forma eficaz, o primeiro filtro de proteção é a presença ativa e vigilante de pais e responsáveis. Isso significa acompanhar o que a criança vê, estabelecer horários para uso da internet, instalar filtros de conteúdo, conversar sobre os riscos e, principalmente, criar um espaço onde ela se sinta segura para contar qualquer situação estranha.

A adultização infantil não é apenas uma questão de comportamento ou moda: é uma porta de entrada para abusos e traumas que podem marcar a vida inteira. Cada vídeo postado, cada foto compartilhada, cada conversa não monitorada pode ser uma oportunidade para pessoas mal-intencionadas agirem. Nosso papel é proteger, educar e garantir que a infância seja vivida com a inocência e segurança que ela merece.

Proteger a criança é mais do que limitar o acesso é participar da vida digital dela. É estar presente não só na escola e em casa, mas também no mundo online que ela frequenta. Porque, no fim das contas, a melhor barreira contra o perigo é o olhar atento de quem ama e cuida.

Até a próxima semana!

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O tarifaço de Trump e o impacto nos eletrônicos que compramos no Brasil

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Foto: Google

Olá, leitor e leitora do Blog Capital! Hoje vamos tratar de um assunto quente e que ainda pode perduntar durante bastantes dias: As novas tarifas de importação anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. E você pode até pensar: “Mas o que isso tem a ver comigo aqui em Caruaru?” A resposta é: muito mais do que parece!

A proposta de Trump, chamada por especialistas de “tarifaço”, consiste em elevar consideravelmente os impostos sobre alguns produtos exportados do Brasil para maior economia do mundo. Isso afeta diretamente outros países como a China, que é uma das maiores exportadoras de eletrônicos e, consequentemente, afeta o mercado global.

Mas o que isso significa na prática?

Com essas tarifas aplicadas, produtos fabricados ou produzidos no Brazil (soja, minério de ferro, óleos brutos de petróleo, açúcares e melaços, e carne bovina), se tornarão mais caros para os Estados Unidos. Isso pode provocar dois efeitos imediatos:

• Redirecionamento de estoques:
Muitos fornecedores buscarão novos mercados para escoar seus produtos, incluindo países em desenvolvimento, como a Índia ou Argentina. Isso pode parecer bom, mas nem sempre é.

• Aumento de preços no mercado global:
A nova taxação pode gerar inflação nos produtos eletrônicos em todo o mundo, já que a demanda se reorganiza. Ou seja, o preço que pagamos hoje por um fone de ouvido ou uma televisão pode subir, mesmo que o produto não tenha sido importado diretamente dos EUA.

E como isso impacta o consumidor comum?

Em Caruaru e outras cidades do interior, onde o acesso à tecnologia ainda é limitado para muita gente, qualquer aumento no preço de celulares, notebooks ou acessórios pode dificultar a digitalização de famílias, negócios e até da educação.

Além disso, lojistas locais que compram produtos importados ou revendem eletrônicos de segunda, como aqueles produtos bem mais baratinhos que encontramos na “Feira do Paraguay”, também podem sofrer com oscilações de preço e instabilidade no fornecimento. Isso se reflete diretamente nas prateleiras e consequentemente, no bolso do consumidor final.

Existe alguma solução?

A curto prazo, não há muito o que o Brasil possa fazer em relação às decisões de Trump. A não ser recorrer ao diálogo e negociações. Porém, o momento é de atenção e planejamento. Importadores e comerciantes precisam acompanhar o cenário internacional e buscar outras alternativas como fornecedores nacionais ou de outros países menos afetados.

Já para o consumidor, vale aquela velha dica: pesquise antes de comprar, e se possível, antecipe a compra de itens essenciais de tecnologia antes que o preço comece a subir. O mundo está conectado e o seu bolso também.

Decisões tomadas lá fora refletem aqui dentro. Ficar informado é o primeiro passo para fazer boas escolhas, mesmo diante de turbulências econômicas.

Até a próxima semana!

 

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O golpe do Pix: como se proteger e evitar prejuízos

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Foto: Google

Olá, leitor e leitora do Blog Capital! Hoje vamos tratar de um tema sério que tem feito muitas vítimas, inclusive aqui em Caruaru: O GOLPE DO PIX. Com a popularização desse sistema de transferência instantânea, criminosos têm encontrado formas criativas — e perigosas — de aplicar fraudes.

O Pix facilitou muito a vida dos brasileiros: é rápido, gratuito e funciona todos os dias, a qualquer hora. Mas essa facilidade também se tornou uma porta de entrada para ações criminosas que agem com rapidez e, muitas vezes, com um grau de sofisticação que engana até pessoas experientes. Logo, todo cuidado é pouco!

Os principais tipos de golpes com Pix:

🔹 Falsos perfis no WhatsApp:
Golpistas se passam por parentes ou amigos, pedem dinheiro com urgência, e fornecem uma chave Pix. A pessoa transfere sem confirmar e só descobre depois que caiu em um golpe.

🔹 Falsos atendimentos bancários:
Você recebe uma ligação ou mensagem dizendo que sua conta foi invadida e que precisa fazer um Pix para “uma conta segura” — tudo mentira. Bancos nunca pedem esse tipo de transferência.

🔹 Golpes em anúncios de vendas:
O criminoso anuncia um produto nas redes sociais, recebe o valor via Pix e desaparece. Muitas vezes, usa perfis clonados para parecer confiável.

🔹 QR Codes falsos:
Durante pagamentos presenciais ou online, o golpista exibe um QR Code alterado. A vítima escaneia e paga para uma conta que não é a verdadeira.


Como se proteger:

✅ Sempre confirme o nome e o CPF/CNPJ do destinatário antes de fazer qualquer transferência. O app do banco mostra essas informações antes de finalizar o Pix.

✅ Desconfie de mensagens com urgência. Ligue ou envie um áudio para confirmar a identidade da pessoa que está pedindo dinheiro.

Nunca compartilhe senhas nem códigos recebidos por SMS. Isso vale especialmente para quem usa aplicativos de banco no celular.

✅ Use senhas fortes e ative a autenticação em dois fatores nos seus apps, principalmente WhatsApp e e-mail.

✅ Cadastre você mesmo suas chaves Pix (telefone, CPF ou e-mail) e evite digitar manualmente dados de desconhecidos.


Dica local:
A Delegacia de Crimes Cibernéticos de Pernambuco e o Procon Caruaru estão recebendo denúncias desse tipo de fraude. Caso você seja vítima, registre um boletim de ocorrência e informe imediatamente ao banco.

O golpe do Pix é mais comum do que parece — e a melhor forma de se prevenir é com informação. Compartilhe esse conteúdo com amigos, vizinhos e familiares. Uma simples verificação pode evitar grandes prejuízos.

Até a próxima semana!

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Carros elétricos: o futuro silencioso que já começou

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Foto: Chat GPT

Olá, leitor e leitora do Blog Capital!
Você já viu um carro ou veículo elétrico circulando pelas ruas de Caruaru? Evidentemente que sim, não é mesmo? Mas se ainda não viu, prepare-se: eles vão se tornar cada vez mais comuns. Nesta semana, vamos falar sobre essa tendência que promete mudar completamente a forma como nos locomovemos.

O carro elétrico funciona com motor movido à bateria recarregável — nada de gasolina, álcool ou diesel. Nenhum líquido! E sabe o que isso significa? Nada de barulho, menos poluição e um custo de manutenção bem menor que os veículos tradicionais. É um novo jeito de dirigir e pensar o transporte urbano.

Por que os carros elétricos estão ganhando espaço?

Em primeiro lugar, por causa da preocupação ambiental. Enquanto um carro comum emite dióxido de carbono e contribui para o aquecimento global, o carro elétrico é “limpo” — não polui o ar. Além disso, com o preço dos combustíveis subindo, a ideia de carregar seu carro na tomada se torna mais atrativa.

Mas e o preço? Ainda é muito caro?
Sim, os modelos ainda são mais caros do que os carros convencionais. Mas isso vem mudando. Já existem marcas populares com modelos híbridos (elétrico + combustível) mais acessíveis, e o governo tem oferecido incentivos fiscais em alguns estados. Além disso, o custo de rodar com um carro elétrico pode ser até quatro vezes menor do que com combustível.

E como carregar o carro? Tem posto em Caruaru?
Ainda estamos no começo da infraestrutura para carros elétricos na região, por exemplo: você consegue carregar seu veículo elétrico em um dos shoppings de Caruaru, mas a boa notícia é que já há iniciativas de instalação de eletropostos nas BRs que cortam Pernambuco e em cidades próximas como Recife e Gravatá. Além disso, muitas pessoas optam por carregar o carro em casa durante a noite, usando energia residencial comum ou até placas solares.

Vantagem para pequenos empresários e motoristas de app
Sabia que um carro elétrico pode ser uma boa opção para quem trabalha com transporte de passageiros ou entregas? O custo de rodagem é menor, a manutenção é simples e há menos desgaste com o tempo. Com o crescimento do setor de mobilidade urbana em Caruaru, pensar nessa transição pode ser uma decisão estratégica.

O futuro está em movimento — e é elétrico.
Ainda vai levar um tempo até que os carros elétricos sejam maioria por aqui, mas a revolução já começou. E se quisermos uma cidade mais silenciosa, limpa e sustentável, esse é um caminho sem volta.

Até a próxima semana!

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Guerra Cibernética: o novo campo de batalha invisível

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Foto: Chat GPT

Olá, leitor e leitora do Blog Capital! Diante dos fatos recorrentes destas últimas semanas, estou de volta com mais um tema atual, urgente e muitas vezes invisível aos nossos olhos: A GUERRA CIBERNÉTICA.

Você já imaginou que um ataque pode acontecer não com tanques ou soldados, mas com cliques, códigos e vírus espalhados pela internet? Pois é exatamente isso que define a guerra cibernética — um conflito silencioso, travado entre países, grupos criminosos e até ativistas, com o objetivo de invadir, manipular ou derrubar sistemas digitais de governos, empresas e cidadãos.

Esse tipo de guerra não é ficção científica. Já está acontecendo. E os alvos vão desde bancos e hospitais até sistemas de transporte, redes de energia e… pasme: até urnas eletrônicas. O mundo inteiro, inclusive o Brasil, já sofreu com ataques que travaram sites de órgãos públicos, vazaram dados de milhões de pessoas e causaram prejuízos incalculáveis.

Mas por que isso importa para quem está em Caruaru?

Porque a guerra cibernética não respeita fronteiras. Se o sistema do INSS, do Ministério da Educação ou de bancos nacionais for atacado, os efeitos podem ser sentidos aqui mesmo — com benefícios atrasados, escolas afetadas ou contas bloqueadas. E, se o ataque for a uma empresa ou prefeitura local, os dados de muitos moradores podem acabar expostos ou perdidos.

O que pode ser feito?

A prevenção começa com educação digital e responsabilidade. Governos precisam investir em cibersegurança, mas o cidadão também tem papel importante. Usar senhas fortes, evitar clicar em links suspeitos, manter o antivírus atualizado e desconfiar de mensagens fora do comum são hábitos simples que ajudam a blindar nossas informações.

O Brasil ainda está engatinhando em termos de preparo para esse tipo de guerra. Mas já temos movimentações importantes, como a criação de centros de defesa cibernética pelo Exército e o investimento em criptografia por órgãos públicos.

A guerra mudou. Hoje, não se trava apenas por território, mas também por controle de dados, informação e influência. Por isso, é essencial que a população se informe, esteja atenta e adote práticas seguras no ambiente digital.

A batalha pode ser invisível, mas o impacto é bem real.
Proteger-se é um ato de cidadania digital.

Até a próxima semana!

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Compras e vendas online: oportunidade real para comerciantes de Caruaru

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Foto: Janaína Pepeu

Olá, leitores do Blog Capital!
Nesta semana, a dica é para quem deseja alcance e quem quer crescer no comércio local: as compras e vendas online.

Caruaru sempre foi conhecida como uma cidade comercial forte. O centro da cidade, a Feira da Sulanca e os bairros periféricos abrigam milhares de comerciantes que vivem do seu próprio negócio. E embora o comércio físico continue sendo essencial, é impossível ignorar a força das vendas online.

Mas por que entrar nesse mundo digital?

Porque o cliente já está lá.
Hoje, a maioria das pessoas pesquisam no Google ou no Instagram antes de sair de casa para comprar qualquer coisa. E o comerciante que não aparece, simplesmente deixa de existir para esse público. Então, se você deseja colocar seu negócio ou comércio em evidência nesse cenário digital, considere essas valiosas dicas:

Dica 1 – Comece simples, mas comece!

Você não precisa de um site caro ou loja virtual profissional para dar o primeiro passo. Um perfil bem feito no Instagram, WhatsApp Business atualizado e fotos de boa qualidade dos seus produtos já são um começo excelente.

Dica 2 – Aproveite os marketplaces

Plataformas como Mercado Livre, Shopee e OLX permitem que pequenos comerciantes cadastrem produtos e vendam para todo o Brasil. Pode parecer assustador no começo, mas muitos empreendedores locais já descobriram que vale a pena.

Dica 3 – Use o Pix e o frete a seu favor

O Pix facilitou a vida de quem vende. Agora dá para receber pagamento instantâneo, sem maquineta. Já o frete, pode ser resolvido com motoboys locais ou até pelo envio nos Correios. Há cooperativas e empresas em Caruaru especializadas nesse tipo de entrega.

Dica 4 – Confiança é tudo

Seja claro nas informações do produto, responda rápido e cumpra prazos. O sucesso da venda online está na confiança que você passa. E lembre-se: cada cliente satisfeito pode trazer outros.

Dica 5 – Cursos gratuitos para se capacitar

Sabia que o Sebrae Pernambuco, o Senac e até a Prefeitura de Caruaru oferecem cursos gratuitos sobre vendas digitais, redes sociais e marketing? Fique atento aos editais e inscrições — tem muita coisa boa sendo oferecida.


O mundo mudou — e o comércio também.
Quem consegue unir o presencial ao digital está um passo à frente. Não é preciso abandonar sua loja física ou sua barraca na feira. É possível somar forças, alcançar mais pessoas e vender mais com planejamento e atitude.

Em Caruaru, o comércio é tradição. E tradição, quando se atualiza, vira potência.

Até a próxima semana!

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iPhone seguro: como proteger seu aparelho e aproveitar melhor seus recursos

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Reprodução/David Phelan

Olá, leitores do Blog Capital! Espero que estejam bem. Na nossa coluna desta semana, vamos conversar sobre um assunto importante, especialmente para quem investiu num aparelho tão caro e tão comentado no mercado de tecnologias: O iPhone, segurança e boas práticas de uso.

O iPhone é conhecido por seu alto nível de proteção e privacidade, mas isso não significa que o usuário está totalmente imune a golpes ou invasões. O próprio aparelho oferece ferramentas poderosas para aumentar sua segurança — e muitas vezes, elas estão ali e passam despercebidas. Seguem algumas dessas dicas:

1. Ative o Face ID e o código de 6 dígitos:
Parece básico, mas ainda há quem use senhas simples ou até deixe o aparelho sem bloqueio. O Face ID é uma camada extra de segurança e dificulta que terceiros desbloqueiem o celular em caso de roubo. Combine isso com um código numérico forte — evite datas de aniversário ou sequências como “123456”.

2. Use o recurso ‘Buscar iPhone’:
Essa função nativa é essencial para localizar o aparelho perdido ou roubado. Ao ativar o “Buscar iPhone” (em Ajustes > [seu nome] > iCloud > Buscar iPhone), é possível apagar dados remotamente, emitir som ou travar o dispositivo — tudo pelo iCloud, mesmo de outro celular.

3. Proteja-se com a ‘Proteção contra roubo de dispositivo’:
A Apple lançou recentemente esse recurso (no iOS 17.3 ou superior), que impede que ladrões alterem informações importantes do aparelho mesmo que ele esteja desbloqueado. Ative essa função em: Ajustes > Face ID e Código > Proteção contra Roubo. Essa dica vale ouro!

4. Configure a autenticação de dois fatores (2FA):
Ao ativar esse recurso, toda vez que alguém tentar acessar sua conta Apple em outro dispositivo, será preciso confirmar com um código enviado ao seu iPhone. É uma barreira a mais para proteger suas informações.

5. Cuidado com redes Wi-Fi públicas e apps desconhecidos:
Evite conectar-se a redes Wi-Fi abertas, principalmente sem senha. Além disso, baixe apenas aplicativos da App Store e evite clicar em links suspeitos enviados por e-mail ou mensagens SMS.

6. Use as funções de privacidade ao seu favor:
O iPhone permite limitar quais apps acessam sua localização, câmera, microfone e até seus contatos. Revise essas permissões em Ajustes > Privacidade e Segurança. Assim, você mantém seu controle sobre o que cada aplicativo pode fazer.

Além da segurança, o iPhone oferece facilidades como o Tempo de Uso, para controlar o tempo gasto em apps, e os Atalhos, que automatizam tarefas do dia a dia. Quem usa o aparelho para trabalho ou estudo pode se beneficiar também do Notas Seguras com senha ou Face ID, uma boa alternativa para armazenar dados sensíveis com proteção.

Em resumo, o iPhone é sim um aparelho potente — mas quem o utiliza de forma inteligente e segura, transforma essa ferramenta em aliada poderosa no dia a dia.

Até a próxima semana!

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Jogos de azar online: entretenimento ou armadilha?

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Foto: Chat GPT

Olá, leitores do Blog Capital! Espero que estejam bem. Mais uma vez venho trazer um tema importante, atual e que pode estar mais próximo de você do que parece. Nesta semana, vamos falar sobre os jogos de azar online, como cassinos virtuais e aplicativos de apostas esportivas — conhecidos como as “Bets”.

A cada semana, cresce o número de brasileiros, inclusive aqui em Caruaru, que se envolvem com apostas online. Em plataformas que prometem lucros fáceis com poucos cliques, o que deveria ser apenas uma forma de diversão pode rapidamente se transformar em um vício perigoso. O brilho das promessas, os anúncios constantes e a sensação de “ganhar dinheiro fácil” atraem jovens e adultos, principalmente em bairros periféricos e entre a juventude.

Esses sites, muitas vezes, operam fora da regulamentação. Isso significa que não há garantias sobre a segurança dos dados do usuário, nem transparência sobre os resultados das apostas. Além disso, pessoas em situação de vulnerabilidade acabam comprometendo renda familiar, vendendo bens ou até contraindo dívidas acreditando que vão “recuperar tudo na próxima aposta”.

Outro ponto que merece atenção é que muitos jogos utilizam técnicas de manipulação psicológica. Aplicativos de aposta são projetados para manter o usuário conectado por horas, liberando pequenas recompensas ou vitórias que dão a falsa sensação de controle. E quando se perde, a própria plataforma incentiva o jogador a continuar, com bônus, promoções e promessas de “última chance”.

Muitos jovens têm sido vítimas desse ciclo. O que começa como curiosidade ou “modinha entre amigos”, evolui para uma rotina diária de perdas financeiras e ansiedade. Particularmente, já posso abordar relatos de estudantes universitários que abandonaram estudos ou comprometeram a convivência familiar por causa desse tipo de jogo.

Em 2024, o governo federal iniciou discussões sobre a regulamentação do mercado de apostas no Brasil. A proposta é cobrar impostos e exigir mais transparência das empresas. No entanto, mesmo com uma possível regulamentação, o risco continua: o problema não está apenas na legalidade, mas no uso desenfreado e sem orientação.

Por isso, se você já teve curiosidade em experimentar um “bet”, reflita bem. E se alguém próximo estiver envolvido, ofereça apoio e informação. Em Caruaru, existem grupos de apoio psicológico e instituições que oferecem orientação gratuita sobre saúde mental e uso problemático da tecnologia — inclusive por meio do CAPS AD e programas sociais da Prefeitura.

A diversão só vale a pena quando não machuca. E quando o jogo vira problema, é hora de apertar o botão de pausa.

Até a próxima semana!

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Apps de relacionamento: Amor moderno ou golpe na certa?

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Foto: Chat GPT

Olá, leitores e leitoras do Blog Capital! Nesta semana, vamos falar de um tema que antecede uma data muito importante de nosso calendário anual: O Dia dos Namorados! Quem está em casal talvez já tenha passado por isso, mas quem ainda procura sua “tampa da panela”, seja bem-vindo(a)! O tema desta coluna é para você! E com certeza você deve (ou deveria) estar familiarizado com um instrumento imprescindível na busca de seu parzinho: Os aplicativos de relacionamento. Seja por timidez, rotina corrida ou vontade de conhecer alguém fora do círculo social, muita gente tem recorrido a esses apps para tentar a sorte no amor. Mas será que essa nova forma de se relacionar é segura?

Plataformas como Tinder, Badoo, Bumble, Grindr e até redes sociais como Instagram e Facebook se tornaram verdadeiros “cupidos digitais”. E de fato, muitos casais surgiram dessas conexões (dentre os quais eu me incluo) e muitas delas com finais felizes. Porém, é preciso atenção: ao mesmo tempo que abrem portas para novos encontros, esses aplicativos também se tornaram terreno fértil para golpes e fraudes.

Um dos mais comuns é o chamado golpe do amor, onde golpistas criam perfis falsos (com fotos bonitas e histórias bem montadas) e, após ganharem a confiança da vítima, inventam problemas financeiros, pedem dinheiro ou até conseguem acesso a dados bancários. Nesta oportunidade, indico à você leitor o documentário da Netflix: “O Golpista do Tinder (2022), aonde um indivíduo se passa por um magnata do ramo dos diamantes e conquista mulheres na internet com uma identidade falsa. Tudo isso para dar um golpe milionário nas moças. Mas algumas de suas vítimas não aceitam o que aconteceu e querem justiça.

Fora do campo da ficção, dados de 2022, indicam que a Delegacia de Crimes Cibernéticos de Pernambuco (DPCRICI), registrou um aumento expressivo de 237% nesse tipo de golpe, com vítimas em cidades do interior, como Garanhuns, Petrolina e sim, também Caruaru (Fonte: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2022/08/02/crimes-ciberneticos-tem-aumento-de-237percent-em-pe-veja-como-se-proteger-dos-golpes-aplicados-pelo-celular.ghtml) 

Mas nem tudo são más notícias. Usar apps de relacionamento pode ser seguro — desde que você adote algumas precauções básicas:

🔒 Nunca compartilhe dados pessoais logo de cara (CPF, endereço, local de trabalho).
🧠 Desconfie de histórias tristes demais, pedidos de ajuda ou qualquer tipo de transferência bancária.
📱 Evite sair do aplicativo muito rápido — mantenha a conversa na plataforma o máximo de tempo possível, onde é mais fácil denunciar abusos.
📸 Desconfie de perfis com poucas fotos, sem informações básicas ou que evitam fazer chamadas de vídeo.
🚔 Em caso de suspeita de golpe, procure a Delegacia de Crimes Digitais ou registre um boletim de ocorrência virtual.

A tecnologia pode, sim, aproximar as pessoas, criar laços e até formar famílias. Mas, como tudo no mundo digital, o bom senso e a cautela são indispensáveis. Se for usar um app de namoro, vá com calma, observe os sinais e, acima de tudo, lembre-se de se proteger.

Nos vemos semana que vem com mais tecnologia, segurança e informação de qualidade para o nosso dia a dia!

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Perdeu o celular? Saiba como se proteger antes e depois do prejuízo

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Foto: Chat GPT

Olá, leitores e leitoras do Blog Capital! Na nossa conversa desta semana, vamos tratar de um assunto que, infelizmente, é muito comum: o roubo ou a perda do celular. Em tempos em que o telefone guarda tudo — fotos, conversas, senhas e até contas bancárias —, é essencial saber como se proteger antes que o pior aconteça.

A primeira dica é: ative a proteção de bloqueio de tela com senha, PIN ou biometria. Isso impede que outra pessoa acesse seus dados de imediato. Também é importante ativar a localização do aparelho — no Android, via “Encontre Meu Dispositivo” e, no iPhone, com o “Buscar iPhone”. Isso permite rastrear o celular, bloqueá-lo ou até apagá-lo à distância.

Outra medida indispensável é evitar salvar senhas em aplicativos ou navegadores, principalmente de bancos ou redes sociais. Usar autenticação em dois fatores (por exemplo, o código que chega por SMS ou app) é uma camada extra que faz toda a diferença. Mas favor caro usuário, não se esqueça de anotar em local seguro e guardar em sua casa todas as suas senhas e e-mails de acesso para sua conta no telefone ou em logins de aplicativos.

E agora vem uma dica valiosa: o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS), mantém o programa Alerta Celular, conhecido também como o MEI do aparelho. Com ele, você cadastra o IMEI do seu celular (aquele número de identificação exclusivo que todo telefone tem) e, em caso de roubo, comunica no site. Assim, as polícias militar e civil têm mais facilidade para localizar o aparelho e devolver ao dono.

É fácil participar: basta acessar o site www.alertacelular.sds.pe.gov.br, fazer um cadastro simples e digitar o número do seu IMEI. Para descobrir o seu, é só digitar *#06# no seu celular. Guarde esse número num local seguro!

Em 2023, só em Caruaru, mais de 900 celulares foram recuperados com a ajuda do Alerta Celular. E o melhor: o serviço é gratuito e pode ser acessado por qualquer cidadão do estado.

Se proteger é um ato de responsabilidade. Afinal, hoje em dia o celular é mais do que um telefone: é carteira, álbum de fotos, banco, agenda e até identidade. Cuide dele com atenção e aproveite os recursos disponíveis para evitar transtornos maiores.

Até semana que vem, com mais tecnologia explicada de forma simples e prática!

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Memória na nuvem: onde é que ficam guardadas nossas fotos e arquivos?

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Foto: Chat GPT

Olá, leitores e leitoras do Blog Capital! Hoje a nossa prosa é sobre um termo que muita gente escuta, mas nem sempre entende direito: MEMÓRIA NA NUVEM. Se você já se perguntou onde ficam guardadas aquelas fotos, vídeos do celular ou todos os documentos que você “manda para alguém em seu telefone ou no Google”, essa coluna é pra você!

A memória na nuvem, ou armazenamento em nuvem, é uma tecnologia que permite guardar arquivos pela internet — como se você tivesse um pen drive invisível, funcionando 24 horas por dia, em qualquer lugar do mundo. Em vez de ocupar espaço no seu celular ou computador, você envia tudo para servidores gigantes, espalhados por vários países.

Mas não se engane com o nome: essa “nuvem” não fica no céu. Ela é formada por computadores superpotentes, que armazenam os dados de milhões de pessoas ao mesmo tempo. Empresas como Google (com o Google Drive), Apple (com o iCloud), Microsoft (com o OneDrive) e outras oferecem esse tipo de serviço.

O que acontece é que tem muita gente usando a nuvem sem saber. Aquele vídeo que você grava e aparece depois no YouTube? Foi pra nuvem! A música que você escuta no Spotify? Vem da nuvem! A receita que você salvou no WhatsApp Web? Também está lá!

Mas, e a segurança? Muita gente teme que os dados possam “vazar” ou serem hackeados. E esse é um medo válido. Por isso, é importante escolher bem o serviço que você usa, criar senhas fortes e ativar a verificação em duas etapas. Com esses cuidados, o armazenamento em nuvem pode ser mais seguro até do que guardar tudo em um celular ou computador.

A grande vantagem da nuvem é que você não perde seus arquivos mesmo que seu aparelho quebre, seja roubado ou fique velho. Além disso, a memória na nuvem ajuda a liberar espaço no celular, algo que muita gente por aqui vive reclamando: “Meu celular tá cheio!”

Então, da próxima vez que alguém disser que salvou algo “na nuvem”, já sabe: é um jeito moderno de guardar arquivos, acessível até pra quem mora longe dos grandes centros. Basta um celular e internet — e pronto, você tem um “armário digital” sempre à disposição.

Até a próxima, com mais tecnologia explicada de forma simples e do nosso jeito!

Criptoativos: o que é isso e por que tanta gente está falando?

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Foto: Chat GPT

Olá, leitores e leitoras do Blog de Capital! Nesta semana, vamos conversar sobre um assunto que tem aparecido em algumas rodas de conversa, nas redes sociais e até na televisão: os famosos criptoativos. Calma! O nome é estranho, mas a gente vai descomplicar juntos.

Criptoativo é uma palavra usada para se referir a moedas e ativos digitais. O mais conhecido é o BITCOIN, mas existem outros, como Ethereum, Solana, e até alguns que parecem brincadeira — como o “Dogecoin”, que começou como uma piada. Essas moedas não existem em papel ou moeda física: são digitais e funcionam como uma espécie de dinheiro virtual, com valor real.

Mas se elas não são impressas nem controladas por bancos ou governos, como funcionam? A resposta está na tecnologia chamada blockchain, que é como um grande livro de registros onde tudo o que acontece com as moedas fica anotado. Só que, ao invés de ficar num só lugar, esse livro está espalhado por vários computadores ao redor do mundo. Isso traz mais segurança — e também mais independência.

Agora, você pode estar se perguntando: “Isso serve pra mim?”

A verdade é que os criptoativos ainda são vistos como algo “de outro mundo” para muita gente aqui no interior, por exemplo. Mas eles já estão começando a fazer parte do nosso dia a dia, sim. Já existe gente comprando produtos com criptomoedas, recebendo pagamentos e até investindo nelas como se fosse uma poupança. Só que é preciso muito cuidado: o valor dessas moedas sobe e desce muito rápido, e quem entra sem entender pode acabar perdendo dinheiro.

Outro ponto importante é o surgimento de golpes. Infelizmente, tem gente usando a fama dos criptoativos para enganar os outros com promessas de dinheiro fácil, como por exemplo esquemas disfarçados de investimento. Por isso, se alguém te oferecer algo “garantido” e com retorno muito rápido com criptomoeda, desconfie!

Criptoativo não é bicho-papão, nem solução mágica pra enriquecer da noite pro dia. É uma tecnologia que está crescendo e que, no futuro, pode estar tão comum quanto o Pix está hoje. Mas como tudo na vida, é preciso entender antes de usar.

Se você quiser começar, comece lendo, perguntando e acompanhando com calma. E aqui na nossa coluna, a gente vai continuar trazendo esses assuntos de forma simples, pra que todo mundo entenda — seja do centro, do bairro ou da zona rural.

Até a próxima!

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Tecnologia no interior: inovação também mora aqui

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Foto: Chat GPT

Olá, leitores e leitoras do Blog de Caruaru! Na nossa coluna desta semana, quero trazer um tema que me anima bastante: como a tecnologia pode — e deve — ajudar a melhorar a vida nas cidades do interior.

Muita gente ainda acha que inovação só acontece em São Paulo, Recife ou fora do país. Mas a verdade é que Caruaru e tantas outras cidades do Agreste têm tudo para usar a tecnologia a favor do povo.

Imagine só: filas menores nos postos de saúde graças a um sistema digital de marcação de consultas, coleta de lixo mais eficiente com aplicativos de localização, professores tendo acesso a conteúdos interativos nas escolas da zona rural… Nada disso é futuro distante. São soluções simples que já existem — só precisam ser adaptadas à nossa realidade.

Um exemplo concreto seria o uso de QR Codes em praças culturais, como no Alto do Moura. O turista poderia escanear o código com o celular e acessar vídeos, histórias e até comprar peças diretamente do ateliê do artesão. Isso valoriza a cultura local e ainda gera renda. Simples, barato e eficiente.

Outro ponto importante é a educação digital nas escolas públicas. Muitos jovens de bairros periféricos ainda não têm acesso à internet ou dispositivos básicos. Projetos de inclusão digital podem mudar o futuro dessas crianças. Um laboratório de informática funcionando bem pode ser tão revolucionário quanto uma nova escola.

Na área da segurança, câmeras com reconhecimento facial já estão sendo usadas em cidades pequenas do sul do Brasil para localizar carros roubados ou pessoas desaparecidas. Se usadas com responsabilidade e transparência, essas tecnologias podem salvar vidas.

Aqui em Caruaru, já temos talentos e iniciativas que mostram que a tecnologia pode (e deve) nascer no agreste. Seja no artesanato conectado ao e-commerce, nas feiras organizadas com ajuda de aplicativos, ou nas rádios locais que agora também estão no Spotify — o futuro já começou, e ele fala com sotaque do interior.

Caruaru tem tudo para ser referência no uso inteligente da tecnologia. Com universidades, centros de inovação, juventude criativa e uma cultura forte, temos o solo fértil. Só falta plantar com estratégia. O que precisamos é garantir que essas soluções sejam acessíveis para toda a população, sem deixar ninguém para trás. Porque o progresso só vale a pena quando todo mundo consegue acompanhar. Até a próxima!

A inovação mora aqui, e é hora de dar voz a ela.

Cuidado com a mentira: a nova era das fake news feitas por inteligência artificial

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Foto: Chat GPT

Olá, leitores e leitoras do Blog de Caruaru! É sempre um prazer estar aqui com vocês, trazendo temas que conectam a tecnologia com o nosso dia a dia.

Hoje, quero conversar sobre um assunto sério que já está batendo à nossa porta: as fake news criadas por inteligência artificial. Parece coisa de filme de ficção, mas é real — e está acontecendo agora.

Você já recebeu uma notícia no WhatsApp que parecia verdadeira, mas depois descobriu que era mentira? Pois é. Com a chegada da inteligência artificial, esse tipo de engano ficou ainda mais difícil de identificar. Hoje, já existem programas capazes de criar vídeos com rostos e vozes parecidas com a de políticos, artistas e até pessoas comuns. Essas ferramentas podem colocar palavras na boca de alguém — mesmo que essa pessoa nunca tenha dito aquilo.

Isso se chama deepfake — uma combinação das palavras “deep learning” (aprendizado profundo) e “fake” (falso). E é aí que mora o perigo. Esses conteúdos são tão bem feitos que enganam até quem é mais atento. Em períodos de eleição ou decisões importantes, uma fake news pode mudar votos, criar confusão e até gerar violência.

Aqui em Caruaru e em várias cidades do interior, onde muitas vezes a principal fonte de informação é o grupo de WhatsApp da família ou da igreja, o risco é ainda maior. As pessoas confiam umas nas outras — e por isso, compartilham essas mensagens sem checar a fonte. O problema é que, uma vez espalhada, a mentira é difícil de apagar.

Mas e aí, como se proteger?

  • Desconfie de mensagens alarmistas: Se o texto parece querer te deixar com raiva ou medo, pare e pense. Pode ser manipulação.

  • Verifique a fonte: Se não vem de um site confiável ou de um jornal conhecido, melhor não compartilhar.

  • Não confie em imagens e vídeos só pela aparência: Com a IA, até isso pode ser falsificado.

  • Converse com alguém de confiança: Às vezes, só de trocar uma ideia com alguém mais informado, você evita cair numa cilada.

A verdade é que a tecnologia avança, mas o senso crítico precisa avançar junto. E isso só acontece com diálogo, com informação e com responsabilidade. Por isso, se você estiver em dúvida sobre alguma notícia, espere, pergunte, pesquise. Não seja instrumento de desinformação.

Vamos seguir juntos por aqui, sempre buscando entender melhor esse mundo digital — e fazer dele um aliado, não um inimigo.

Até a próxima!

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Inteligência Artificial: aliada ou ameaça?

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Foto: Adobe Stock

Olá, leitores e leitoras do Blog Capital! É com grande alegria que estreio hoje a minha coluna sobre Tecnologia, um espaço pensado especialmente para aproximar esse universo — que muita gente ainda acha complicado — do nosso dia a dia. Meu nome é Danilo Damasceno, sou apaixonado por inovação e comunicação, e quero trazer aqui, toda semana, assuntos que impactam a nossa vida de forma direta ou indireta. Vamos conversar sobre o mundo digital, com uma linguagem simples, acessível e com os pés fincados na nossa realidade.

Nos últimos meses, você provavelmente ouviu falar de inteligência artificial (ou simplesmente IA). Seja nos noticiários, nas redes sociais ou até mesmo em conversas no trabalho, a IA tem se tornado um assunto cada vez mais presente no nosso dia a dia. Mas afinal, o que é isso? E será que ela ajuda ou atrapalha a vida da gente?

De forma simples, a inteligência artificial é uma tecnologia que permite que máquinas “pensem” e aprendam com dados. Um exemplo fácil: quando você digita algo no Google e ele já sugere o que você está querendo escrever, é a IA trabalhando. Quando o celular reconhece seu rosto, ou quando o YouTube recomenda um vídeo que você provavelmente vai gostar, lá está ela novamente.

Os benefícios são muitos:

Agilidade: A IA pode tornar tarefas repetitivas mais rápidas. Empresas usam para organizar dados, responder clientes e até prever problemas.

Acessibilidade: Pessoas com deficiência visual já podem usar leitores de tela com IA que leem textos em tempo real.

Saúde: Hospitais estão usando IA para ajudar médicos a identificar doenças com mais precisão.

Mas, como toda ferramenta poderosa, a IA também tem seu lado preocupante.

E os malefícios?

Desemprego: Algumas profissões estão sendo substituídas por máquinas, principalmente em tarefas simples.

Privacidade: A IA coleta e analisa muitos dados, o que pode comprometer a segurança das nossas informações.

Fake news: Com IA, é possível criar fotos, vídeos e até vozes falsas. Isso pode espalhar mentiras com facilidade, principalmente em tempos de eleição.

A inteligência artificial não é boa nem má por si só. O que define seu impacto é o jeito como ela é usada. Cabe a nós, enquanto sociedade, buscar o equilíbrio entre os avanços e os cuidados necessários. E é exatamente esse tipo de conversa que vamos trazer por aqui, nesta coluna.

Aqui em Caruaru, por exemplo, a IA pode ser uma aliada para melhorar serviços públicos, como a marcação de exames em postos de saúde, o controle do trânsito ou até o atendimento ao cidadão nos canais da prefeitura. A tecnologia já existe — o que falta, muitas vezes, é preparo e planejamento para usá-la da forma certa.

Outro ponto importante é a educação. Nossos jovens precisam estar preparados para um mercado de trabalho que exige cada vez mais o uso da tecnologia. Diferente de Caruaru que constantemente investe em tecnologia e educação, como outras cidades podem se “preparar” se ainda temos, em nível Brasil, unidades educacionais  com estrutura precária e falta de acesso à internet em muitos lugares!? Falar de IA também é falar de inclusão digital e justiça social.

Por isso, esta coluna não é apenas sobre novidades tecnológicas, mas sobre o impacto que elas têm na nossa vida real — na feira, na escola, no ônibus, no trabalho. Vamos falar de inteligência artificial, mas sem complicação. Afinal, tecnologia também é assunto do povo.

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