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Muito forró e rock na programação da Casa Rosa deste fim de semana; Confira as atrações

 

O Mercado Cultural Casa Rosa preparou uma programação cultural diversificada para este fim de semana, reunindo música ao vivo, gastronomia regional e um ambiente pensado para públicos de todas as idades.

O espaço abre a partir das 12h e oferece desde área com brinquedos para crianças até petiscarias com pratos típicos e variedade de bebidas. A música ao vivo contempla diversos ritmos, pensada para os mais variados gostos.

No sábado (11), o destaque fica por conta do forró, com apresentações de Pezzato, às 13h, e Luciana Salvador, às 15h, garantindo uma prévia do clima junino.

Já no domingo (12), a programação muda de ritmo com o rock dos anos 80. Sobem ao palco as bandas Virgin Killer, às 13h, e Radio Songs, às 15h.

Pedro Neves assume Mobilidade em PE e terá pacote de obras como prioridade

 

O economista e novo secretário titular da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi), Pedro Neves, terá a missão de seguir com uma agenda de obras e entregas no novo cargo.

Caruaruense, Pedro recebe a missão de substituir o agora ex secretário, André Teixeira Filho, que saiu da Secretaria agora a missão de trabalhar diretamente no gabinete da governadora Raquel Lyra.

Pedro inclusive acompanha André desde os tempos da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Economia Criativa, em Caruaru. Estiveram juntos na Adepe e agora o homem de confiança de André assume o novo desafio.

No ritmo intenso de entregas nos últimos meses, Pedro Neves terá a coordenação das obras do Aeroporto Oscar Laranjeira em Caruaru como uma das prioridades na nova gestão. Também caberá a ele a liderança das obras do Arco Metropolitano Viário, na Região Metropolitana do Recife e de outras estradas como a PE-145, PE-160, no Agreste.

Caminhão bate em poste e deixa ferido na PE-60; VEJA VÍDEO

 

 

Um acidente foi registrado, na manhã desta terça-feira, na PE60, no litoral pernambucano. De acordo com informações repassadas por populares, o motorista de um caminhão teria perdido o controle da direção e colidido na sequência em um poste de iluminação.

Com o impacto, a parte central do veículo de grande porte ficou destruído e condutor ficou ferido, sendo socorrido para hospital da região. Ainda não foram repassadas informações sobre o seu estado de saúde.

Devido ao acidente, o trânsito ficou lento e fios de alta tensão ficaram espalhados pela rodovia.

VEJA VÍDEO: Caminhão bate em poste e deixa ferido na PE-60

Governo anuncia duplicação da PE-095 em Caruaru

 

 

A governadora Raquel Lyra autorizou a publicação do edital para a duplicação da rodovia PE-095, em Caruaru.

O projeto contempla cerca de 5 quilômetros de intervenção, entre a estrada de Malhada de Pedra (VPE-140) e a BR-104, com prazo estimado de execução de um ano e meio e investimento superior a R$ 52 milhões.

A iniciativa prevê também a restauração e implantação de dispositivos de segurança e mobilidade, como retornos, interseções, ciclovias, paradas de ônibus, iluminação pública e sistema de drenagem.

Segundo o governo, mais de 400 mil pessoas serão beneficiadas diretamente.

A obra é considerada estratégica para o Agreste, pois reforça a integração de Caruaru com o Polo de Confecções, que reúne cidades como Toritama e Santa Cruz do Capibaribe.

“O crescimento urbano transformou a PE-095 em uma via de acesso fundamental.

Agora, com esse investimento, teremos mais segurança e melhores condições de tráfego”, destacou o secretário de Mobilidade e Infraestrutura, Pedro Neves.

FIQUE ATENTO — Pagamentos do 13º Salário para beneficiários do INSS começam neste mês de abril

 

O governo federal oficializou a antecipação do pagamento do 13º salário para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida foi estabelecida por meio do Decreto nº 12.884, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicado em edição extra do Diário Oficial da União no último dia 19. Os pagamentos começam já neste mês, a partir do dia 24 de abril.

De acordo com o governo, cerca de 35,2 milhões de benefícios serão contemplados com o abono antecipado. O valor será pago em duas parcelas: a primeira entre os dias 24 de abril e 8 de maio, e a segunda de 25 de maio a 8 de junho. O calendário segue o número final do cartão de benefício, sem considerar o dígito verificador.

A expectativa é que a antecipação movimente aproximadamente R$ 78,2 bilhões na economia brasileira. Desse total, cerca de R$ 39 bilhões serão liberados já na primeira etapa, enquanto a segunda parcela deverá injetar valor semelhante nas semanas seguintes.

Têm direito ao 13º os segurados que, ao longo de 2026, receberam benefícios como aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, salário-maternidade ou auxílio-reclusão. Por outro lado, não recebem o abono os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia.

Dados da folha de pagamento de fevereiro mostram que 23,3 milhões de benefícios — o equivalente a 66,2% do total — têm valor de até um salário mínimo, atualmente fixado em R$ 1.621. Outros 11,9 milhões ultrapassam esse piso, sendo que cerca de 13,7 mil benefícios atingem o teto da Previdência Social, hoje em R$ 8.475,55.

Tradicionalmente pago no segundo semestre, entre agosto e novembro, o 13º do INSS vem sendo antecipado nos últimos anos como estratégia para estimular a atividade econômica. A medida alcança beneficiários em todo o país e deve ter impacto direto no comércio e no setor de serviços, especialmente em cidades de menor porte.

Após renúncias, veja quem assume governos e prefeituras das capitais brasileiras

 

As renúncias de governadores e prefeitos de capitais para a disputa eleitoral de outubro abriram espaço para novos ocupantes em cargos estratégicos nos Estados e em algumas das maiores cidades do país. Mais do que a saída dos titulares, o movimento projeta agora quem assumiu o comando das administrações e passa a ocupar posição central na sucessão local, seja como potencial candidato, seja como fiador político da transição. As informações são do Congresso em Foco.

Nos Estados, a troca de comando colocou os vices no centro do jogo político. Já surgem como nomes competitivos para a eleição Celina Leão (PP), que assumiu o governo do Distrito Federal; Ricardo Ferraço(MDB), que passou a comandar o Espírito Santo; Daniel Vilela (MDB), novo governador de Goiás; Mateus Simões (PSD), que assumiu Minas Gerais; Otaviano Pivetta (Republicanos), que tomou posse em Mato Grosso; Hana Ghassan (MDB), nova governadora do Pará; Lucas Ribeiro (PP), que assumiu a Paraíba; e Edilson Damião (Republicanos), novo governador de Roraima. A maior parte deles já é tratada como pré-candidata à reeleição, o que transforma a posse em vantagem política às vésperas da campanha.

Sem reeleição

Há, porém, sucessões que não se encaixam automaticamente nesse roteiro eleitoral. Nem todo novo ocupante do cargo deve, em princípio, disputar a reeleição, e em alguns Estados o quadro ainda está em definição. Em princípio, entre os 11 novos governadores, apenas Mailza Assis (PP), do Acre, e Roberto Cidade (União Brasil), do Amazonas, não pretendem concorrer em outubro.

Rio indefinido

O caso mais delicado é o do Rio de Janeiro. Sem vice-governador, o Estado não teve uma troca imediata nos moldes dos demais. A escolha do governador-tampão dependerá de decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o formato da eleição, que poderá ser direta ou indireta. Nesse cenário, o Rio continua como a principal indefinição entre as unidades federativas atingidas pela desincompatibilização.

PP ganha espaço

Além de reposicionar lideranças locais, a troca mexeu no mapa partidário dos governos estaduais. O PP foi o principal beneficiado e saiu com saldo positivo de dois governadores. O MDB também avançou: perdeu um posto, mas ganhou dois, terminando com saldo de mais um. O PSD trocou um por um e permaneceu estável. Já o PSB foi o mais atingido, com perda de dois governos, enquanto o Novo perdeu um. O novo desenho reforça o espaço de PP e MDB na máquina estadual e reduz o peso de siglas que já vinham tentando se firmar em Estados estratégicos.

Novos prefeitos

Nas capitais, a mudança também teve efeito imediato. Com a saída de 10 prefeitos para disputar governos estaduais, os vice-prefeitos herdaram o comando das administrações municipais e passaram a conduzir o fim do mandato em cidades-chave para a disputa regional. Assumiram Eduardo Cavaliere (PSD), na prefeitura do Rio de Janeiro; Cris Samorini (PP) em Vitória; Victor Marques (PCdoB) no Recife; Esmênia Miranda (PSD) em São Luís; Leo Bezerra (PSB) em João Pessoa; Renato Júnior (Avante) em Manaus; Pedro DaLua (União Brasil) em Macapá; Alyson Beste (PP) em Rio Branco; Marcelo Zeitone (PL) em Boa Vista; e Rodrigo Cunha em Maceió (Podemos).

Entre os novos prefeitos, um dos fatos mais simbólicos é a posse de Cris Samorini e Esmênia Miranda, as primeiras mulheres a assumirem as capitais do Espírito Santo e do Maranhão. Outro é a idade de Cavaliere, que, aos 31 anos, tornou-se o prefeito mais jovem da história do Rio.

Mudança partidária

A troca também alterou o peso dos partidos nas capitais. O PP foi novamente o principal vencedor, com ganho de duas prefeituras. PCdoB, União e Podemos avançaram uma cada. O PSB ficou no zero a zero, ao perder uma capital e ganhar outra. Do outro lado, PSDB, MDB, PSD e Republicanos registraram perdas, sendo a maior delas a do PSDB, que perdeu duas prefeituras. O resultado mostra que a desincompatibilização não produziu apenas candidaturas: ela mexeu no controle partidário de máquinas municipais importantes para a campanha nos Estados.

Nos dois níveis, o efeito político é parecido. Quem entra ganha visibilidade, amplia poder de articulação e passa a influenciar a formação de alianças, a condução da máquina pública e o desenho da sucessão. Em vários casos, esses novos governadores e prefeitos deixam de ser apenas substitutos e passam a atuar como protagonistas da eleição, ainda que nem todos venham a disputar diretamente as urnas em outubro.

Governo de Pernambuco anuncia mudanças no secretariado

 

 

O Governo de Pernambuco divulgou, nesta segunda-feira (6), mudanças no secretariado de oito pastas. As alterações, que serão publicadas no Diário Oficial do Estado desta terça (7), envolvem as secretarias de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha (Semas); Turismo e Lazer (Setur); Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (Sedepe); Mulher; Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS); e Mobilidade e Infraestrutura (Semobi).

Na Semas, Nathalie Mendonça, então secretária executiva da Causa Animal, assume a titularidade da pasta em substituição a Daniel Coelho. Já na Setur, João Lucas, secretário executivo de Infraestrutura do Turismo, passa a responder pela secretaria com a saída de Kaio Maniçoba, que retorna ao mandato de deputado estadual. Na pasta de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (Sedepe), quem assume é Diogo Alexandre, ex-prefeito de Chã Grande.

Na Secretaria da Mulher, assume o cargo de titular a então secretária executiva Amanda Valença, substituindo Juliana Gouveia. Após a saída de Carlos Braga, a SAS passa a ser comandada por Andreza Pacheco. Já a Semobi fica sob a gestão de Pedro Neves, no lugar de André Teixeira Filho.

Além disso, Simone Nunes deixa a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e segue para a Secretaria de Projetos Estratégicos, enquanto Rodrigo Ribeiro passa a comandar a Seduh. No Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, o coronel Francisco Cantarelli deixa o comando-geral, sendo substituído pelo coronel Eduardo Araripe Pacheco de Souza.

“Os novos titulares já estavam no nosso governo e agora, em novas posições, continuarão o trabalho que está transformando a vida do povo de Pernambuco”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Governo Lula anuncia pacote para conter alta dos combustíveis

Após semanas de discussão, o governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio. 

As ações incluem uma medida provisória (MP), um projeto de lei e decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O conjunto de iniciativas prevê subsídios para diesel e gás de cozinha, além da redução de impostos e apoio ao setor aéreo. A expectativa é aliviar os custos para consumidores e setores produtivos, além de garantir o abastecimento no país.

Subsídios

Entre as principais medidas está a criação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro para a importação de diesel, com divisão igual de custos entre União e estados.

O benefício será válido inicialmente por dois meses e pode chegar a R$ 4 bilhões. Inicialmente, o Ministério da Fazenda tinha informado que esse subsídio custaria R$ 3 bilhões.

Também foi anunciada uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com custo estimado de R$ 3 bilhões mensais. Em ambos os casos, empresas deverão repassar a redução ao consumidor.

Além disso, o governo vai zerar os impostos federais sobre o biodiesel, que compõe parte do diesel vendido nos postos, e o querosene de aviação. 

Para o gás liquefeito de petróleo (GLP), será concedido subsídio de R$ 850 por tonelada para o produto importado. A medida busca equiparar o preço ao GLP nacional e reduzir o impacto no custo do gás de cozinha, especialmente para famílias de baixa renda.

Outras fontes

Posteriormente, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, também informou outras fontes de receita que compensarão o custo das medidas: o Imposto de Exportação de 12% sobre o petróleo anunciada em março; o aumento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas que vendem petróleo e da elevação das receitas de leilão de petróleo, que subiram após o início da guerra.

Em relação à compensação pela isenção do querosene de aviação e do biodiesel, Durigan anunciou a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre cigarros. Segundo ele, essa medida gerará R$ 1,2 bilhão na arrecadação extra para o governo em 2026.

Setor aéreo

O pacote também prevê até R$ 9 bilhões em crédito para companhias aéreas, com recursos operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Fundo Nacional de Aviação Civil.

Outra medida é a isenção do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre o querosene de aviação, além do adiamento do pagamento de tarifas de navegação aérea.

Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, os subsídios e as isenções serão compensados pelo aumento das receitas de royalties de petróleo, que subiram desde o início da guerra no Oriente Médio.

Punições

O governo também anunciou o reforço na fiscalização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para evitar aumentos abusivos de preços em situações de crise, como conflitos geopolíticos e calamidades públicas.

O projeto de lei a ser enviado ao Congresso em regime de urgência constitucional prevê pena de 2 a 5 anos de prisão para esse tipo de prática.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, não apenas as empresas, mas as pessoas físicas que infringirem a Lei da Economia Popular serão punidas, inclusive os sócios dos estabelecimentos.

Além disso, a MP passa a permitir a interdição de postos de combustíveis que aumentarem os preços de forma abusiva. Até agora, os estabelecimentos eram apenas multados.

Segundo Silveira, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) passará a ser obrigatoriamente informado de suspeitas de violação da ordem econômica.

As multas, informou o ministro, serão agravadas conforme o ganho inadequado e a usura do agente econômico.

Oscilações

A MP também traz uma previsão para que os agentes econômicos que recebam as subvenções adotem mecanismos para suavizar as oscilações internacionais de preços.

Segundo o Executivo, o pacote busca reduzir os efeitos da crise internacional sobre os preços internos e manter o Brasil menos exposto às oscilações do mercado global de energia.

Anderson Ferreira, reafirma a pré-candidatura a deputado Federal de Silvio Nascimento, presidente da Embratur no governo Bolsonaro.

 

 

Nesta segunda-feira (06), o presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, afirmou que vê em Silvio Nascimento um nome preparado e alinhado ao projeto político da legenda para representar Pernambuco em Brasília. A declaração reforça a confiança do partido na pré-candidatura de Silvio.

A pré-candidatura de Silvio Nascimento a deputado federal ganha força com base em experiência administrativa, articulação política e resultados concretos. Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Silvio atuou em funções estratégicas e chegou a presidente da Embratur.

Em Pernambuco, destacou-se pela organização da primeira grande motociata de Bolsonaro no Estado, reunindo mais de 70 mil motos em um percurso entre Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru, fato que reforçou sua capacidade de mobilização política no Agreste.
Natural de Caruaru, também teve papel decisivo na articulação de R$ 30 milhões em investimentos para a infraestrutura turística do município, com recursos aplicados em obras estruturadoras e na valorização de polos culturais e turísticos.

No Legislativo municipal, Silvio vem consolidando uma atuação relevante como vereador, com foco em saúde, segurança, mobilidade, liberdade de imprensa e proteção às famílias. Entre os destaques do mandato estão projetos como a Lei da Ficha Limpa Municipal, a Semana da Liberdade de Imprensa; o Agosto Lilás e a proibição de manifestações artísticas de cunho sexual ou pejorativo nas escolas do município.

Com passagem por Brasília e atuação destacada na Câmara de Caruaru, sua pré-candidatura se apresenta com trânsito político, capacidade de atrair investimentos e discurso alinhado aos valores conservadores, mirando mais desenvolvimento para Pernambuco.

ELEIÇÕES 2026 — Onze governadores renunciam para disputar eleições de outubro

 

 

O prazo para agentes públicos que vão participar das eleições deixarem seus cargos terminou no último sábado (4). A regra é chamada de desincompatibilização e vale para governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar no pleito de outubro.
Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram suas funções para disputar outros cargos.

Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou, na semana passada, que é pré-candidato à Presidência da República. Romeu Zema (Novo-MG) também deixou o cargo após dois mandatos consecutivos e sinalizou que deve ser candidato à Presidência, mas ainda não formalizou sua pré-candidatura.

Nove governadores saíram o cargo e pretendem disputar uma vaga no Senado. São eles: Gladson Cameli (PP-AC); Wilson Lima (União-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES); Mauro Mendes (União-MT); Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB) e Antonio Denarium (PP-RR). O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) também renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, Castro foi condenado, no mês passado, à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, ele deverá disputar o cargo sub judice.

Reeleição

Nove governadores vão disputar a reeleição e podem continuar nos cargos: Clécio Luís (União-AP); Jerônimo Rodrigues (PT-BA); Elmano de Freitas (PT-CE); Eduardo Riedel (PP-MS); Raquel Lyra (PSD-PE); Rafael Fonteles (PT-PI); Jorginho Mello (PL-SC); Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Fábio Mitidieri (PSD-SE).

De acordo com a legislação eleitoral, políticos não precisam deixar os cargos no Poder Executivo se pretendem disputar o segundo mandato.

Ficam no governo

Sete govenadores decidiram completar o mandato e não renunciaram para disputar algum cargo nas eleições. Eles já cumpriram dois mandatos consecutivos. São eles: Paulo Dantas (MDB-AL); Carlos Brandão (Sem partido-MA); Ratinho Junior (PSD-PR); Fátima Bezerra (PT-RN); Eduardo Leite (PSD-RS), Marcos Rocha (PSD-RO) e Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO).

Eleições

O primeiro turno das eleições será em 4 de outubro, quando 155 milhões de eleitores estarão aptos a elegerem o presidente da República, o vice-presidente, governadores e deputados estaduais, federais e distritais.

O segundo turno poderá realizado, no dia 25 de outubro, para os cargos de presidente e govenador se nenhum dos candidatos obtiver mais da metade dos votos válidos, que excluem os brancos e nulos, no primeiro turno.

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