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Governadora Raquel Lyra destaca que aprovação da LOA é vitória de Pernambuco

 

 

“Pernambuco comemora uma grande vitória que não tem bandeira, nem cor partidária. Ela pertence a todos os pernambucanos. Depois de 115 dias protocolados, a LOA, encaminhada pelo Governo de Pernambuco, foi totalmente aprovada na Alepe”, afirmou a governadora Raquel Lyra, nesta quinta-feira (23), após aprovação pela Assembleia Legislativa do Projeto de Lei do Executivo nº 4035/2026, que estabelece um patamar de 20% de remanejamento para os recursos definidos pela Lei Orçamentária Anual (LOA). A gestora também garantiu que sancionará o texto assim que ele for enviado ao Palácio do Campo das Princesas pela Alepe.

A governadora disse, ainda, que a aprovação dos recursos possibilitará que uma série de investimentos seja executada em todas as regiões. “Agora, o Estado vai iniciar obras estruturadoras, fortalecer a saúde, ampliar a educação, reforçar a segurança e fazer as ações chegarem onde precisam: na vida da população. Agradeço aos nossos deputados estaduais e prefeitos, em nome da Amupe, por essa conquista”, detalhou a chefe do Executivo Estadual.

Com a capacidade de remanejamento de 20%, prática que é praxe no Estado, a gestão conta com mais flexibilidade orçamentária para atender a demandas urgentes de acordo com as necessidades dos diferentes setores da sociedade, se antevendo a possíveis problemas e garantindo mais assertividade na aplicação dos recursos públicos. Além disso, o PL 4035/2026 permite que o Estado realize operações de crédito por antecipação da receita relativamente ao Orçamento Fiscal até o limite de 15% da receita corrente estimada

“É muito importante esse compromisso da Assembleia Legislativa, inclusive com a presença de deputados de oposição, pela aprovação plena do Orçamento. Pernambuco era a única Unidade Federativa do Brasil que ainda não tinha aprovado a lei, prejudicando também as prefeituras, que muitas vezes atendem à população na ponta. Agora, com a lei aprovada, seguiremos trabalhando do Litoral ao Sertão, com ainda mais vontade, porque quem tem pressa é o povo pernambucano”, completou a gestora.

Comissão da PEC 6×1 será instalada “o mais rápido possível”, diz Motta

 

Do Congresso em Foco

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou em suas redes sociais que pretende instalar “o mais rápido possível” a comissão especial responsável por analisar o mérito da PEC do fim da escala de trabalho 6×1, aprovada nesta quarta-feira (22) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O colegiado é a última etapa de tramitação antes da votação em plenário.

“Meu compromisso é avançar rápido, mas sempre com muito equilíbrio e responsabilidade. Vou determinar o mais rápido possível a criação da comissão especial para debater a proposta”, declarou Hugo Motta. O parlamentar também agradeceu ao presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior (União-BA), e ao relatorPaulo Azi (União-BA) pela aprovação. “É mais um passo fundamental para levarmos ao plenário ainda em maio”, acrescentou.

Sugestões do relator

Nesta tarde, a CCJ aprovou o parecer de Paulo Azi pela admissibilidade das PECs dos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Erika Hilton (Psol-SP) sobre o fim da escala 6×1, reconhecendo que o tema é compatível com a Constituição. A comissão especial será responsável pela análise de mérito, considerando aspectos técnicos e políticos para decidir pela sua aprovação ou rejeição.

No parecer, Paulo Azi destacou pontos que, ao seu ver, deverão ser discutidos no colegiado para a solidez da proposta. Um dos principais envolve o desenho da mudança. Segundo o deputado, há uma convergência inicial em torno da redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e da transição da escala 6×1 para o modelo 5×2, mas ainda não há consenso sobre a forma de implementação.

A comissão deverá avaliar se essas diretrizes devem constar de maneira detalhada na Constituição ou se parte das regras deve ser deixada para regulamentação posterior.

O relator também sugeriu discutir o papel das convenções coletivas após a eventual mudança. Ele aponta a necessidade de equilibrar parâmetros gerais na Constituição com a flexibilidade para que acordos entre trabalhadores e empregadores adaptem a jornada às diferentes realidades setoriais.

Outro ponto levantado é a necessidade de debater formas de mitigar impactos econômicos da redução de escala. Segundo Azi, será preciso avaliar efeitos sobre custos das empresas, níveis de emprego, preços e informalidade, além de possíveis mecanismos de transição, como desoneração da folha ou incentivos fiscais.

Há ainda a recomendação de discutir o ritmo de implementação da nova escala de trabalho. Experiências internacionais citadas no parecer indicam que mudanças desse tipo costumam ocorrer de forma gradual, com regras de transição e cronogramas escalonados. Para o relator, esse deverá ser um dos aspectos centrais da análise de mérito.

Engavetamento com seis veículos deixa feridos na BR-232, em Caruaru

 

Pedro Augusto/Blog Capital

Um engavetamento envolvendo seis veículos deixou ao menos seis pessoas feridas na manhã desta quinta-feira (23), na BR-232, em Caruaru. O sinistro ocorreu por volta das 6h20, no Km 137,4 da rodovia, no sentido São Caetano–Caruaru.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Rodoviária Federal, o acidente teria sido provocado após um caminhão apresentar pane mecânica e permanecer parado na faixa da esquerda. Na sequência, houve o engavetamento envolvendo duas vans, dois carros de passeio e uma motocicleta.

Equipes de resgate foram acionadas e prestaram socorro às vítimas. Ao todo, seis pessoas ficaram feridas, sendo duas em estado mais grave. O motorista de uma das vans foi encaminhado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ao Hospital Regional do Agreste, enquanto o condutor da motocicleta foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Caruaru.

O motorista do caminhão não foi localizado no local do acidente. Já os condutores dos demais veículos envolvidos realizaram o teste do bafômetro, que não apontou ingestão de álcool.

Por conta do acidente, o trânsito na BR-232 ficou parcialmente comprometido, com apenas uma faixa liberada para a circulação de veículos no trecho afetado. As causas do engavetamento devem ser investigadas pelas autoridades competentes.

Bebê com traumatismo craniano é socorrido de helicóptero em Caruaru

 

 

Um bebê de um ano e seis meses de idade que teve um traumatismo craniano foi resgatado de helicóptero, na quarta-feira (22), em Caruaru, no Agreste. O resgate foi realizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e SAMU Metropolitano Recife até a capital pernambucana.

Por volta das 14h50, a central de regulação do SAMU acionou a equipe aeromédica ao receber o comunicado de que um bebê estava internado na UPA do Salgado, em Caruaru, com a suspeita de que um guarda-roupa havia caído em cima dele. De acordo com informações repassadas pelos profissionais de saúde, o menino teve um traumatismo cranioencefálico e precisava de atendimento neurológico especializado.

Depois de ser estabilizado, o bebê foi embarcado na aeronave e em 30 minutos chegou ao campo do Derby, no Recife. Em seguida, ele seguiu na ambulância do SAMU para o Hospital da Restauração.

OPINIÃO — De protagonistas a figurantes: os declínios políticos dos Queiroz e dos Gels em Caruaru

 

OPINIÃO — De protagonistas a figurantes: os declínios políticos dos Queiroz e dos Gels em Caruaru

Pedro Augusto/Blog Capital

Desafetos históricos e aliados de última hora nas Eleições Municipais de 2024, Tony Gel e Zé Queiroz, ex-prefeitos e deputados por Caruaru, estão atualmente no mesmo partido, o MDB Pernambuco, com objetivos diferentes nas Eleições Gerais de 2026.

Embora pedeirão votos para o mesmo candidato a governador, João Campos, desempenharão papéis distintos no próximo pleito, reflexo do momento em que se encontram suas respectivas carreiras políticas.

Apesar de terem ocupado, por diversas vezes, cargos tanto no Palácio Jaime Nejaim quanto na Assembleia Legislativa de Pernambuco, ambos sucumbiram nas urnas nas duas últimas eleições disputadas, demonstrando enfraquecimentos políticos significativos.

Tanto que, neste ano, Tony Gel exercerá um papel de coadjuvante, juntamente com seu filho, Tonynho Rodrigues, que, por sinal, nunca venceu uma eleição como candidato, pedindo votos para Álvaro (estadual) e Gabriel Porto (federal), que não possuem históricos de investimentos em Caruaru.

Já Zé Queiroz, que, assim como os Gel, vem de dois reveses nas urnas, poderá chegar — ou não — à sua terceira derrota consecutiva em 2026, quando disputará a eleição para deputado estadual. Ele fará dobradinha com o irmão de João, Pedro Campos, que tentará renovar o mandato na Câmara Federal e raramente foi visto circulando pela Capital do Agreste.

Seu filho, Wolney Queiroz, que desistiu da disputa, a exemplo dos agora aliados do MDB, preferiu permanecer como ministro no governo Lula após a derrota eleitoral de 2022, quando não conseguiu renovar seu mandato na Câmara Federal. Em outros tempos, teria a candidatura praticamente certa, sobretudo quando seu pai comandava os destinos de Caruaru.

O panorama atual é bastante distinto em relação ao histórico político dos Gels e dos Queiroz, mas condizente com a participação, força e influência que ambos os grupos exercem hoje junto ao eleitorado caruaruense.

 

 

CCJ da Câmara aprova avanço de PECs que propõem redução da jornada de trabalho e fim da escala 6×1

 

 

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que reduzem a jornada de trabalho no país. Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). Os textos serão agora analisados por uma comissão especial e depois pelo Plenário.

O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), concluiu que as propostas respeitam os requisitos formais e não violam cláusulas pétreas da Constituição Federal.

A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), propõe reduzir a jornada semanal gradualmente das atuais 44 para 36 horas. A transição se daria ao longo de dez anos. A proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.

Jornada de trabalho é o limite de horas cumpridas pelo trabalhador em um período. Escala é a forma como os dias de serviço e repouso são distribuídos.

As duas propostas ganharam força com o movimento “Vida Além do Trabalho”, que busca o fim da escala 6×1 para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos trabalhadores.

Atualmente, a Constituição Federal estabelece apenas que a jornada normal do trabalhador não deve ser superior a oito horas diárias e 44 horas semanais.

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Tarcisio Motta (PSOL - RJ)
Tarcísio Motta criticou a exaustão causada pelo modelo atual

Apelo popular
Ao defender o fim da escala 6×1, o relator classificou as mudanças como uma resposta ao desejo da sociedade e destacou que a jornada atual penaliza severamente os trabalhadores de baixa renda, em especial mulheres e jovens, que precisam de tempo para os estudos e afazeres domésticos.

“Hoje, no Brasil, quem mais trabalha efetivamente é quem ganha menos”, disse Azi.

Debate
Durante o debate na CCJ, o deputado Reginaldo Lopes, autor da PEC 221/19, definiu a atual escala 6×1 como “escravidão moderna” que prejudica a saúde de 31,7 milhões de trabalhadores. Ele argumentou que a mudança na jornada aumentará a produtividade e a formalização do emprego, combatendo o estresse que afasta do trabalho 500 mil pessoas por ano e sobrecarrega a Previdência Social.

A deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) considera a redução da jornada, se aprovada, uma vitória da mobilização popular. “Mais de 70% da população brasileira é favorável”, disse.

Já os deputados Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ) e Tarcísio Motta (Psol-RJ) enfatizaram os efeitos da escala 6×1 na saúde e nas relações familiares. Motta criticou a exaustão causada pelo modelo, dizendo que o trabalho, que deveria dignificar, “está sendo um motivo de sofrimento”.

Também apoiaram sem ressalvas a proposta de redução da jornada de trabalho os deputados Helder Salomão (PT-ES), Alencar Santana (PT-SP), Rubens Pereira Júnior (PT-MA), Patrus Ananias (PT-MG), Erika Kokay (PT-DF), Túlio Gadêlha (PSD-PE) e Marina Silva (Rede-SP).

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas legislativas. Dep. Kim Kataguiri (MISSÃO - SP)
Kim Kataguiri disse que a proposta é só propaganda política

Por sua vez, o deputado Lucas Redecker (PSD-RS), apesar do apoio, alertou para um possível “impacto econômico negativo”, com um aumento de 22% no custo de produção, que poderia, segundo ele, gerar aumento de preços e desemprego.

Redecker sugeriu medidas de compensação aos empregadores, como a desoneração da folha. “Não existe patrão sem empregado, nem empregado sem patrão”, disse.

O deputado Hildo Rocha (MDB-MA) rebateu o argumento de aumento de preços. “A medida não vai aumentar preço de serviço nem preço de produtos porque 66% dos trabalhadores formalizados com carteira de trabalho assinada já atuam nessa condição de 5 por 2. São mais de 30 milhões de brasileiros”, disse.

Os deputados Kim Kataguiri (MISSÃO-SP), Fausto Pinato (PP-SP) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) se manifestaram contra as PECs, argumentando que a medida é eleitoreira e não resolve o problema dos trabalhadores.

Kataguiri disse que a medida não beneficia os trabalhadores informais, “que são a maioria no Brasil”, e disse que a proposta serve apenas como propaganda política. Segundo ele, se houvesse real vontade política, o caminho seria um projeto de lei com urgência constitucional, focado no aumento da produtividade e no corte de impostos.  “O trabalhador vai enxergar que foi enganado, que foi objeto de um palanque político populista, demagogo e mentiroso”, disse.

Sóstenes afirmou que o PL deseja modernizar a legislação trabalhista, mas alertou que “uma mudança apressada” pode gerar desemprego e uma “quebradeira geral na economia”. Ele sugeriu que o debate deve ser feito com equilíbrio, buscando proteger tanto o interesse do trabalhador quanto a sustentabilidade dos setores econômicos.

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Alepe e Governo de PE firmam acordo para votar novo projeto da LOA com remanejamento de 20%

 

O impasse em torno da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 em Pernambuco avançou para uma solução após articulação entre Executivo e Legislativo. Em reunião realizada nesta quarta-feira (22), com a participação de prefeitos, parlamentares e representantes municipalistas, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Álvaro Porto, informou que o Governo do Estado se comprometeu a enviar um novo projeto ajustando o percentual de remanejamento orçamentário para 20%.

O anúncio ocorreu após contato direto com a governadora Raquel Lyra. Segundo Porto, a proposta deve ser encaminhada ainda no mesmo dia e votada em plenário já nesta quinta-feira (23), em regime de urgência. A decisão foi construída em consenso entre parlamentares da base governista e da oposição.

O principal ponto de divergência envolvia justamente o percentual de remanejamento — mecanismo que permite ao Executivo realocar recursos por decreto. O texto original previa limite de 20%, mas a Assembleia havia aprovado, anteriormente, um percentual de 10%, após mudanças promovidas na Comissão de Finanças. O novo projeto deve restabelecer a proposta inicial do governo.

Com o acordo, a expectativa é destravar a execução orçamentária, possibilitando a destinação de recursos para áreas que vinham demandando apoio, como o setor sucroenergético, além de viabilizar convênios com municípios e repasses para iniciativas locais, incluindo eventos tradicionais.

A nova proposta também deve encerrar a tramitação do projeto anterior sobre o tema, que estava suspenso por decisão judicial após questionamento apresentado pela deputada Débora Almeida. A medida tende a consolidar o entendimento político firmado entre os poderes.

A LOA de 2026 foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco em dezembro de 2025 e sancionada posteriormente pela governadora com vetos parciais. O desfecho atual indica uma tentativa de recomposição entre Executivo e Legislativo para garantir a continuidade da execução orçamentária no estado.

Forró na Caixa leva “Baile de Rabeca” para Caruaru

 

 

Caruaru recebe, no próximo dia 9 de maio, o show do grupo recifense Forró na Caixa. A apresentação será na Casa de Chico Oliveira, no bairro Universitário, e promete transformar o espaço em um grande “Baile de Rabeca”, unindo tradição e contemporaneidade. Esta é a primeira vez que o grupo se apresenta no espaço, conhecido pela identidade de preservação da cultura regional. Os ingressos custam entre R$ 40 (meia entrada) e R$ 360 (mesa para quatro pessoas) e já estão disponíveis por meio do Sympla, no link:  https://www.sympla.com.br/evento/forro-na-caixa/3380098.

Com 13 anos de trajetória, o Forró na Caixa é conhecido por sua fusão entre o forró pé-de-serra e uma pegada contemporânea, sem abrir mão da identidade da cultura popular. À frente do grupo estão Martins (voz e rabeca), Ju Valença (zabumba), Rodrigo Samico (baixo) e Rodrigo Felix (percussão), que conduzem o público a uma verdadeira celebração da música nordestina, com repertório dançante e atmosfera de festa de terreiro.

No palco, a rabeca ganha protagonismo ao lado das batidas marcadas da zabumba e das percussões, criando uma sonoridade que dialoga tanto com os bailes tradicionais da Zona da Mata de Pernambuco quanto com a cena atual da música brasileira. O resultado são shows marcados por energia cativante, coreografias espontâneas e forte interação com o público, convidado o tempo todo a dançar, cantar e “entrar na roda”.

O grupo já levou seu baile de rabeca para diversas cidades do Brasil e também para a Europa, onde se destacou pela originalidade, pela força cênica e pelo resgate contemporâneo de matrizes da cultura popular. Agora, chega a Caruaru para um encontro especial com o público de uma das cidades mais simbólicas do forró, reforçando laços entre tradição, inovação e pertencimento cultural. A apresentação é uma produção da LAS Produções.

Serviço

Forró na Caixa em Caruaru

Data: 09/05/2026

Horário: 19h

Local: Casa de Chico Oliveira, PE-095, bairro Universitário, Caruaru (PE).

Ingressos: entre R$ 40 meia entrada) e R$ 360 (mesa para 4 pessoas).

Vendas: plataforma Sympla – evento “Forró na Caixa”

(https://www.sympla.com.br/evento/forro-na-caixa/3380098)

Produção: LAS Produções

INSS inicia pagamentos de abril nesta sexta (24); veja as datas do calendário e do 13º antecipado

 

O Instituto Nacional do Seguro Social inicia, nesta sexta-feira (24), o pagamento dos benefícios e auxílios referentes ao mês de abril. Os depósitos seguem o calendário oficial de 2026, já divulgado pelo órgão, e os segurados devem ficar atentos à data correspondente ao número final do cartão de benefício.

Para saber quando irá receber, é necessário observar o número antes do dígito verificador (aquele que aparece após o traço). Por exemplo, em um benefício com final 0108-4, o número considerado é o 8. A consulta pode ser feita pelo aplicativo ou site Meu INSS, na opção “extrato de pagamento”, ou pelo telefone 135, disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h.

Além dos pagamentos mensais, o Governo Federal do Brasil antecipou o 13º salário para aposentados e pensionistas. As parcelas serão liberadas entre abril e maio de 2026, contemplando mais de 35 milhões de benefícios. Os valores já estão disponíveis para consulta nos canais oficiais.

Têm direito ao abono anual segurados que recebem aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, salário-maternidade e auxílio-reclusão. Já beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da Renda Mensal Vitalícia não recebem o 13º.

Os pagamentos para quem recebe até um salário mínimo começam no dia 24 de abril e seguem até 8 de maio. Para aqueles com renda acima do mínimo, os depósitos terão início em 4 de maio, também com término previsto para o dia 8.

Confira as datas:

Câmara de Caruaru tem posse de suplente e mudanças na base governista

 

A Câmara Municipal de Caruaru realizou, na manhã desta quarta-feira (22), a posse do suplente Wagner do Santa Rosa (PDT), que passa a integrar oficialmente o Legislativo municipal.

A mudança ocorre após o afastamento do vereador Fagner dos Animais (PDT), que deixa temporariamente a Casa para assumir a Secretaria de Sustentabilidade e Bem-Estar Animal do município.

Com a movimentação, Wagner do Santa Rosa assume a vaga no Parlamento. A alteração também repercute no Executivo e no próprio Legislativo: Renato Lyra retorna à Câmara após deixar a secretaria que ocupava, encerrando o período de atuação da vereadora Aline Nascimento (PP).

A reconfiguração impacta ainda a dinâmica da base governista. Renato Lyra passa a exercer a função de líder do governo na Casa, enquanto Wagner do Santa Rosa assume a vice-liderança, consolidando uma nova organização no Legislativo municipal.

A posse marca mais um ajuste institucional na composição da 19ª Legislatura da Câmara de Caruaru, mantendo a continuidade dos trabalhos legislativos e das representações políticas no município.

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